"INESTIMÁVEL VALIA Se tudo na vida tem seu preço Quanto vale matar uma grande saudade Sem prazo de validade... Sem meio, fim, nem começo?"
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Bruno Bezerra
Escritor pernambucano.
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Frases - Página 2
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"Calmaria Tempo ameno Sem palavras ao vento Sem vento, ao menos Mas com uma gritante tentação Que silencia feito trovão De desejo de você De vontade de te ver De solidão..."
"Tributo ao livro (poeminha do prazer) O sumo prazer humano Sente o ser que é seduzido Não apenas pela leitura Mas, sobretudo, pelo livro Porque o livro é o corpo E a leitura, o espírito."
"O TUDO (poeminha da pior verdade) No Brasil peitudo Que falta quase tudo Tem-se também de tudo... Contudo, falta o tudo Que é a qualidade do estudo... Para jovens, adultos e crianças Sobretudo..."
"AGORA (o tempo presente) O futuro só existe... Na inquietude constante De um presente amiudado. E o passado sobrevive Numa cela de vidro De um presente que insiste Em todo dia... sonhar acordado."
"A mais segura caminhada Desde muito cedo O analfabetismo me fez medo. E em busca de novos horizontes A educação me impediu, de caminhar a esmo. E me ensinou caminhar para bem longe Sem sair de perto de mim mesmo."
"GRANDIOSIDADE (poeminha do amor de mãe) Lamentar-se em pranto na praia Não polui o mar... Pois que toda aquela água São tão somente lágrimas De uma mãe que também chora Na mesma proporção... Do amor que tem pra dar."
"AS ONDA (poema do projeto Noronha – Imagem e Poesia) Ondas que parecem abraços Calorosos, afetuosos, apertados... Em verdade As ondas de Noronha Não são ondas, são abraços... Que lavam a alma De homens, arraias e barcos..."
"NÓ GÓRDIO Mulheres!... O que seria de nós Se não fossem as mulheres? Um ser atroz!... Seria cada um de nós. Um ser incompleto!... Um algo incerto. Infelizes!... Seríamos nós Se estivéssemos a sós Com nossos nós E sem as mulheres..."
"Vermelho I Agora, o que mais desejo Desejo em vermelho Do beijar tua boca vermelhaça E bela... como um mar de rosas Rosas vermelhas... De um vermelho-sangue ardente Molhado... e quente Não um molhado de mar Mas um molhado de gente... da gente."
"A MEDIDA Não se preocupe em amar demais Tampouco de menos. Ame simplesmente a contento Demais ou de menos, não importa... Ame de dentro pra fora e de fora pra dentro A todo e qualquer tempo No frio ou no calor Na calmaria ou no vento Jamais perca tempo E nunca esqueça Que a medida de amar É a contento..."
"COLARES DE ESMERALDAS (poema do projeto Noronha – Imagem e Poesia) A cor de tuas águas Tanto no mar de fora quanto no mar de dentro Dois mares, dois colares... de esmeraldas De um lado... as esmeraldas tranqüilas Do outro... as agitadas Porém, todas belíssimas Estejam elas, vibrantemente calmas Ou serenamente açoitadas. Assim Noronha é banhada... e guardada, Por dois mares que são dois colares... de esmeraldas."