"Vermelho I Agora, o que mais desejo Desejo em vermelho Do beijar tua boca vermelhaça E bela... como um mar de rosas Rosas vermelhas... De um vermelho-sangue ardente Molhado... e quente Não um molhado de mar Mas um molhado de gente... da gente."
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Ver todas"SONETO DA AUTENTICIDADE (para o mestre Ariano Suassuna) Expoente muito mais do que digno Da alma e da autêntica cultura nordestina. Autor duma obra que traz um brio condigno Expresso em livros e no abrir das cortinas. Professor... Escritor... Igualou-se aos gênios E fez da aula, um nobre espetáculo Multiplicando o valor de cada vocábulo Como se todos tivessem algum irmão gêmeo. De vigorosa identidade e analogia cultural Porque Mateus, todavia preferiu os seus Tal qual na história do Movimento Armorial. Notável dramaturgo, mundialmente paraibano Que o Nordeste há tempos vem atiçando E o Brasil reverencia como Mestre Ariano."
"O TUDO (poeminha da pior verdade) No Brasil peitudo Que falta quase tudo Tem-se também de tudo... Contudo, falta o tudo Que é a qualidade do estudo... Para jovens, adultos e crianças Sobretudo..."
"O VENTO E O TEMPO Se o vento movimentasse o tempo O tempo seria assim como um cata-vento Girando e parando a todo o momento O tempo seria assim como um barco à vela Indo e voltado em diferentes momentos O tempo seria assim como a poeira Pairando e assentando em cada vão momento O tempo seria assim como a inspiração Fluindo e fugindo no exato momento O tempo deixaria de existir... em certos momentos Como não existe o vento... na calmaria do tempo..."
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