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ALIMDUL

ALIMDUL

18 pensamentos

Frases - Página 2

Mostrando página 2 de 2 (18 frases no total)

"Meu dilema Eu choro. Choro porque no nosso jogo você sempre ganha, porque você me conhece mais do que eu queria e porque eu não sou e nunca vou ser prioridade na sua vida. Não é charme, amor, é realidade. Choro porque você não está aqui quando eu preciso nem quando eu quero, porque eu vejo você, de longe, e não posso me aproximar, porque eu tenho que disfarçar para o mundo o que eu sinto, minha tristeza, minha raiva, minha paixão. Entristeço-me porque você não é quem eu gostaria que fosse, porque não age como eu espero, e mesmo assim eu te quero. Porque você está sempre ocupado e/ou com problemas, porque me pede desculpas com a cara lavada, só para transferir a responsabilidade pra mim, e não porque está arrependido. Não sei se o que eu quero é tirar de vez você da minha vida eu tomar a sua de uma vez para mim. Não sei se, caso estivesse aqui agora, iria matá-lo ou amaria você. Não sei se você me faz bem ou mal, se, nesse momento, eu o amo ou odeio. Você sente falta, eu saudade. Você quer ver, eu ouvir. Você está longe, eu aqui. Você é inconstante, eu previsível. Você vive dois, eu às margens de um. Você se diverte, eu me incomodo. Você me quer, eu não quero querer você. Você tem tudo, eu quero você. Eu escrevi isso tudo, você não vai ler..."
"Meu dilema Eu choro. Choro porque no nosso jogo você sempre ganha, porque você me conhece mais do que eu queria e porque eu não sou e nunca vou ser prioridade na sua vida. Não é charme, amor, é realidade. Choro porque você não está aqui quando eu preciso nem quando eu quero, porque eu vejo você, de longe, e não posso me aproximar, porque eu tenho que disfarçar para o mundo o que eu sinto, minha tristeza, minha raiva, minha paixão. Entristeço-me porque você não é quem eu gostaria que fosse, porque não age como eu espero, e mesmo assim eu te quero. Porque você está sempre ocupado e/ou com problemas, porque me pede desculpas com a cara lavada, só para transferir a responsabilidade pra mim, e não porque está arrependido. Não sei se o que eu quero é tirar de vez você da minha vida eu tomar a sua de uma vez para mim. Não sei se, caso estivesse aqui agora, iria matá-lo ou amaria você. Não sei se você me faz bem ou mal, se, nesse momento, eu o amo ou odeio. Você sente falta, eu saudade. Você quer ver, eu ouvir. Você está longe, eu aqui. Você é inconstante, eu previsível. Você vive dois, eu às margens de um. Você se diverte, eu me incomodo. Você me quer, eu não quero querer você. Você tem tudo, eu quero você. Eu escrevi isso tudo, você não vai ler..."
"Mais um dia E mais um dia passa sem que nada de novo aconteça. Mais uma noite chega sem que os meus olhos se cruzem nos teus, como naquelas noites em que um silêncio ensurdecedor nos invade, em que os sorrisos substituem as palavras. Esta é mais uma noite solitária que acompanha o teu soninho descansado à distância de um pensamento, em que as minhas mãos percorrem um teclado à mesma velocidade que profereria cada palavra. Já não existem ouvidos que me escutem, já não existem mãos que se estendam na minha direcção. Rodeada de vazio, é assim que me acorrento às pequenas coisas que me fazem ser feliz. As pessoas afastam-se lentamente, talvez à mesma velocidade que me afasto delas. Talvez porque não façam sentido na minha vida. Talvez porque eu não as mereça. Talvez porque não as compreenda. Talvez porque elas não me compreendam. Já nada disso importa... já nada disso faz sentido nas minhas preocupações. Talvez porque o vazio e a solidão tenham outro sentido para mim. Talvez porque os preenchi de detalhes que a vida me dá. Talvez por hábito, talvez por disfarce, talvez por... sei lá! Olho para trás revivendo, olho para a frente esperando... O que passou, calou... e o que virá, dirá... Se eu pudesse dar um conselho às pessoas, seria, Amem-se primeiro. Os benefícios a longo prazo do uso do amor próprio estão provados e comprovados pela ciência, Já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável além de minha própria experiência errante."
"Mais um dia E mais um dia passa sem que nada de novo aconteça. Mais uma noite chega sem que os meus olhos se cruzem nos teus, como naquelas noites em que um silêncio ensurdecedor nos invade, em que os sorrisos substituem as palavras. Esta é mais uma noite solitária que acompanha o teu soninho descansado à distância de um pensamento, em que as minhas mãos percorrem um teclado à mesma velocidade que profereria cada palavra. Já não existem ouvidos que me escutem, já não existem mãos que se estendam na minha direcção. Rodeada de vazio, é assim que me acorrento às pequenas coisas que me fazem ser feliz. As pessoas afastam-se lentamente, talvez à mesma velocidade que me afasto delas. Talvez porque não façam sentido na minha vida. Talvez porque eu não as mereça. Talvez porque não as compreenda. Talvez porque elas não me compreendam. Já nada disso importa... já nada disso faz sentido nas minhas preocupações. Talvez porque o vazio e a solidão tenham outro sentido para mim. Talvez porque os preenchi de detalhes que a vida me dá. Talvez por hábito, talvez por disfarce, talvez por... sei lá! Olho para trás revivendo, olho para a frente esperando... O que passou, calou... e o que virá, dirá... Se eu pudesse dar um conselho às pessoas, seria, Amem-se primeiro. Os benefícios a longo prazo do uso do amor próprio estão provados e comprovados pela ciência, Já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável além de minha própria experiência errante."
"Eu queria ser menos intensa, menos inconstante e menos urgente. Por que pra mim, todas essas bobagens cotidianas são coisas urgentes e definitivas. E eu choro, sofro e me descabelo como se fosse a última das samaritanas na terra. Falo como se tudo fosse muito grave. Sofro por que não tem outro jeito e a vida é assim e uma hora eu aprendo a não ser tão manteiga derretida. A verdade é que depois de tudo isso eu penso por cinco minutos e vejo que tudo não passa de um drama. Não é proposital, mas minha vida é um drama. Eu choro demais, penso demais, analiso demais e quando eu percebo, tenho o maior trabalhão pra consertar tudo. Por tudo isso eu queria pensar menos, me deixar levar pelos momentos e sorrir quando não houvesse caminho disponível. Mas não dá. Eu preciso chorar sempre. Eu preciso sentir tudo ao mesmo tempo e me sentir a mais confusa e culpada criatura da terra. Eu preciso falar todas as loucuras que se passam nessa minha cabecinha de vento pra depois de dez minutos ver que não é nada daquilo e que eu me deixei, de novo, levar pelo calor momentâneo da minha dramaticidade visceral. É tudo visceral. O amor, a paixão, a loucura, a vontade e a não-vontade. As dúvidas pulam na frente dos meus olhos e me fazem imaginar todo o tipo de coisas. Principalmente as impossíveis. E mesmo quando todo mundo já se acostumou com as minhas viagens mentais, eu chego à conclusão de que eu cansei. E faria bem se pudesse ir morar no Alaska, sozinha, pra ser visceral assim apenas com os poucos esquimós que quisessem ver a minha cara inchada. Por que tem horas que até eu mesma fico cansada de conviver comigo."
"Eu queria ser menos intensa, menos inconstante e menos urgente. Por que pra mim, todas essas bobagens cotidianas são coisas urgentes e definitivas. E eu choro, sofro e me descabelo como se fosse a última das samaritanas na terra. Falo como se tudo fosse muito grave. Sofro por que não tem outro jeito e a vida é assim e uma hora eu aprendo a não ser tão manteiga derretida. A verdade é que depois de tudo isso eu penso por cinco minutos e vejo que tudo não passa de um drama. Não é proposital, mas minha vida é um drama. Eu choro demais, penso demais, analiso demais e quando eu percebo, tenho o maior trabalhão pra consertar tudo. Por tudo isso eu queria pensar menos, me deixar levar pelos momentos e sorrir quando não houvesse caminho disponível. Mas não dá. Eu preciso chorar sempre. Eu preciso sentir tudo ao mesmo tempo e me sentir a mais confusa e culpada criatura da terra. Eu preciso falar todas as loucuras que se passam nessa minha cabecinha de vento pra depois de dez minutos ver que não é nada daquilo e que eu me deixei, de novo, levar pelo calor momentâneo da minha dramaticidade visceral. É tudo visceral. O amor, a paixão, a loucura, a vontade e a não-vontade. As dúvidas pulam na frente dos meus olhos e me fazem imaginar todo o tipo de coisas. Principalmente as impossíveis. E mesmo quando todo mundo já se acostumou com as minhas viagens mentais, eu chego à conclusão de que eu cansei. E faria bem se pudesse ir morar no Alaska, sozinha, pra ser visceral assim apenas com os poucos esquimós que quisessem ver a minha cara inchada. Por que tem horas que até eu mesma fico cansada de conviver comigo."