"Sangue preto não estanca em terra branca Igual lama de mangue... Frase de RAPadura (rapper)."
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Recifense
As melhores frases e reflexões sobre Recifense.
"Adeus solidão Hoje sou uma sombrinha de frevo Um arco-íris girando Na sua mão... Frase de Rhaissa Bittar."
"Ser nordestino é um estado de espírito, cuja sintonia está ligada diretamente com o cuscuz e a rapadura...."
"Como nordestino o que esperar é não esperar. É correr atrás. O meu povo sempre foi de fazer, sempre foi de lutar...."
"O Recife é imortal, é pedra fundamental, de feito excepcional produzido por Nassau. Nassau é a Ponte do passado ao presente. O Capibaribe que nos diga!"
"Bráulio Bessa meu amigo, Quero dizer: amigão. Um poeta nordestino, Homem de bom coração. Defendendo nossa terra, O nosso querido sertão. Acompanho suas históri... Frase de Paulinho."
"O mormaço da hipocrisia De Recife à Olinda Só se ver alagamentos E o povo, em lamento Diz que vai tomar medida Contra esse homicida Que é o governo local Mas lo... Frase de Jefferson Moraes."
"No Mapa Pelo litoral ficou de norte a sul nagô. Ficou no Recife: xangô. Na Bahia ficou: candomblé. No Rio grande é o que? – Batuque, tchê. Filho de santo de bom... Frase de Oliveira Silveira."
"Ser negro, ser branco, ser todas as cores, é ser a síntese viva da humanidade. Em cada cor habita um reflexo do divino, e na pluralidade se revela a essência da... Frase de Poeta Pernambucano Fernando Matos."
"Garrafas no Mar com texto em grego. De onde vem? por que? pra que? sera que esta mensagem é um recado de amor? Encontrei uma garrafa com um texto, na praia de Boa Viagem em Recife. se alguém pode me ajudar para traduzir agradeço. Mistério"
"Garrafas no Mar com texto em grego. De onde vem? por que? pra que? sera que esta mensagem é um recado de amor? Encontrei uma garrafa com um texto, na praia de Boa Viagem em Recife. se alguém pode me ajudar para traduzir agradeço. Mistério"
"O sertão nordestino era como um colírio para os meus olhos, sempre pronto alimentar a minha alma. O povo humilde e sempre bem disposto, que a fim da tarde se sentavam nas esplanadas dos bares para beberem e rirem das suas vidas tão sofridas."
"O sertão nordestino era como um colírio para os meus olhos, sempre pronto alimentar a minha alma. O povo humilde e sempre bem disposto, que a fim da tarde se sentavam nas esplanadas dos bares para beberem e rirem das suas vidas tão sofridas."
"Pelo vaqueiro que vaga Por Pinto e sua viola Por Zumbi, o Quilombola Conselheiro e sua saga Pelo baião de Gonzaga E a luta de Virgolino O barro de Vitalino Pelo menino de engenho Por isso tudo é que tenho (Orgulho de ser nordestino)"
"Ah , tudo são notas musicais sem elas, que seriam das cordas vocais, em tom maior ou entoar o maior vou pra Lá sem Dó Sem Ré? Não, sem Dó Sem fé? Não, sem Dó Ré, sem fé? não, pois é, Ré, Si, fé, sim Ré, si, fé, assim Recife... Então, Recife"
"Cana Caiana Pernambuco da cana caiana Do verde imburana Do cajá do mel Se destina vida severina A moer na usina o amargor do fel Pernambucano dos olhos de holanda Do negro luanda cheirando a bangüê Se destina vida severina A moer na usina, remoer, moer No remoer de sol a sol Para mover velho bangüê Remoer fazer forró Arrasta pé no massapé"
"Sertão, argúem te cantô, Eu sempre tenho cantado E ainda cantando tô, Pruquê, meu torrão amado, Munto te prezo, te quero E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá. A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá. (De EU E O SERTÃO - Cante lá que eu canto Cá - Filosofia de um trovador nordestino - Ed.Vozes, Petrópolis, 1982)"
"Lenda - A Perna Cabeluda Uma entidade sobrenatural que teria assombrado as ruas do Recife durante a década de 1970. Aparecendo onde menos se esperava, esta criatura era o oposto-simétrico do Saci Pererê. Ou seja, era uma perna-sem-pessoa, em vez de uma pessoa-sem-perna. Surgia pulando (eu já ia dizer “pulando num pé só”), atacava os transeuntes, dava chute em todo mundo, e depois fugia pulando."
"Auto-retrato Provinciano que nunca soube Escolher bem uma gravata; Pernambucano a quem repugna A faca do pernambucano; Poeta ruim que na arte da prosa Envelheceu na infância da arte, E até mesmo escrevendo crônicas Ficou cronista de província; Arquiteto falhado, músico Falhado (engoliu um dia Um piano, mas o teclado Ficou de fora); sem família, Religião ou filosofia; Mal tendo a inquietação de espírito Que vem do sobrenatural, E em matéria de profissão Um tísico profissional."
"Recife dos corações Os raios de sol te iluminam. Vento forte que vem do mar. De ponte a ponte a cidade é desenhada, dá até pra ver do céu. Encantamento que fascina. Nostálgico sabor da infância que paira na sombra da Jaqueira. Casa Amarela, Casa Forte, Recife Antigo e assombrado. Parque Dois Irmãos, vida e paraíso. Da Aurora o Capibaribe é um sonho. Cidade do frevo e do maracatu atômico. Pura fonte de beleza e inspiração. Chora Menino, Boa Vista e Boa Viagem. Tu és a Veneza brasileira, Recife dos corações."
"Canção de Pedroca Quando nos apaixonamos Poça d'água é chafariz Ao olhar o céu de Ramos Vê-se as luzes de Paris No verão é uma delícia A brisa fresca de Bangu Mesmo um cabo de polícia Só nos diz merci beaucoup Eu ouço um samba de breque Com Maurice Chevalier Bebo com Toulouse Lautrec No bar do Caxinguelê Daí ninguém mais estranha O Louvre na Praça Mauá E o borbulhar de champanha Num gole de guaraná Cascadura é Rive Gauche O Mangue é Champs Elisées Até mesmo um bate-coxa Faz lembrar um pas-de-deux Purê de batata roxa Parece marron glacé"
"Certa vez Buda ajudou uma senhora a atravessar um mangue e a mesma não lhe disse ao menos obrigado. Logo, um de seus discípulos lhe perguntou: - Mestre por que não dissestes nada àquela senhora? Buda não respondeu. No segundo dia o discipulo lhe fez a mesma pergunta: - Mestre por que não dissestes nada àquela senhora? Buda novamente não respondeu. No terceiro dia seu discípulo tornou a perguntar: - Mestre por que não dissestes nada aquela senhora? Ela nem se quer o agradeceu. Então ele respondeu: Eu a carreguei apenas uma vez. Você está carregando-a há três dias."
"REI NORDESTINO De dentro da Terra Jorro aos poucos quando criança Com o passar do tempo Fui andando e fui crescendo Hoje tenho a responsabilidade De sustentar a mim e A milhares de famílias por onde passo Conheço vários lugares E os lugares me conhecem Tem lugar em que eu sou maior Do que em outro Mas mesmo assim Não deixo de ser importante Porque sou a vida E sustento vidas!!! Hoje estou fraco Devido às maçadas De algumas pessoas E aí está a transposição Para acabar com quem vos fala Eu sou são Francisco ou Velho Chico Ao seu dispor Não sei até quando...."
"Sou negro meus avós foram queimados pelo sol da África minh`alma recebeu o batismo dos tambores atabaques, gongôs e agogôs Contaram-me que meus avós vieram de Loanda como mercadoria de baixo preço plantaram cana pro senhor de engenho novo e fundaram o primeiro Maracatu Depois meu avô brigou como um danado nas terras de Zumbi Era valente como quê Na capoeira ou na faca escreveu não leu o pau comeu Não foi um pai João humilde e manso Mesmo vovó não foi de brincadeira Na guerra dos Malês ela se destacou Na minh`alma ficou o samba o batuque o bamboleio e o desejo de libertação"
"GRANDE KLESÃO meu parça !!!quem ti viu quem te ve !!!!quem diria que KLESÃO O problematico ia casar um dia !!!!!!pois é foi num desses dias q GRANDE KLESÃO e CABRAL mais uma vez perdido na night pelas bandas ali do atlantico em um frevo!!!!nem imaginava o q que poderia acontecer naquela noite !!!! GRANDE KLESIO conhece a sua bela e adoravel futura esposa !!!é não sei c foi bem neste dia !!!!mas alembro q aquele cenario tambem faz parte desta historia !!!!!talvez achando q era mais uma entre as outras,que seria mais apenas uma na sua agenda !!!! é mais c enganou heim AMIGO !!!! Achou a mulher que conseguiu tocar seu coração !!!!!que por sinal um coração q parecia q era duro feito uma pedra!!!! é mas enganei percebi q nem tudo q parece é !!!e que uma hora o outra, cedo ou mais tarde a hora de cada um vai chegar!!!!!eu continuo duro na queda vamus ver até aonde consigo chegar !!!!!!continuo do mesmo jeito amigo só q agora um poquinho melhor, é claro, a e outa muito mais bonito tambem !!!kkkk!"
"GRANDE KLESÃO meu parça !!!quem ti viu quem te ve !!!!quem diria que KLESÃO O problematico ia casar um dia !!!!!!pois é foi num desses dias q GRANDE KLESÃO e CABRAL mais uma vez perdido na night pelas bandas ali do atlantico em um frevo!!!!nem imaginava o q que poderia acontecer naquela noite !!!! GRANDE KLESIO conhece a sua bela e adoravel futura esposa !!!é não sei c foi bem neste dia !!!!mas alembro q aquele cenario tambem faz parte desta historia !!!!!talvez achando q era mais uma entre as outras,que seria mais apenas uma na sua agenda !!!! é mais c enganou heim AMIGO !!!! Achou a mulher que conseguiu tocar seu coração !!!!!que por sinal um coração q parecia q era duro feito uma pedra!!!! é mas enganei percebi q nem tudo q parece é !!!e que uma hora o outra, cedo ou mais tarde a hora de cada um vai chegar!!!!!eu continuo duro na queda vamus ver até aonde consigo chegar !!!!!!continuo do mesmo jeito amigo só q agora um poquinho melhor, é claro, a e outa muito mais bonito tambem !!!kkkk!"
"Visão de Clarice Lispector Clarice, veio de um mistério, partiu para outro. Ficamos sem saber a essência do mistério. Ou o mistério não era essencial, era Clarice viajando nele. Era Clarice bulindo no fundo mais fundo, onde a palavra parece encontrar sua razão de ser, e retratar o homem. O que Clarice disse, o que Clarice viveu por nós em forma de história em forma de sonho de história em forma de sonho de sonho de história (no meio havia uma barata ou um anjo?) não sabemos repetir nem inventar. São coisas, são jóias particulares de Clarice que usamos de empréstimo, ela dona de tudo. Clarice não foi um lugar-comum, carteira de identidade, retrato. De Chirico a pintou? Pois sim. O mais puro retrato de Clarice só se pode encontrá-lo atrás da nuvem que o avião cortou, não se percebe mais. De Clarice guardamos gestos. Gestos, tentativas de Clarice sair de Clarice para ser igual a nós todos em cortesia, cuidados, providências. Clarice não saiu, mesmo sorrindo. Dentro dela o que havia de salões, escadarias, tetos fosforescentes, longas estepes, zimbórios, pontes do Recife em bruma envoltas, formava um país, o país onde Clarice vivia, só e ardente, construindo fábulas. Não podíamos reter Clarice em nosso chão salpicado de compromissos. Os papéis, os cumprimentos falavam em agora, edições, possíveis coquetéis à beira do abismo. Levitando acima do abismo Clarice riscava um sulco rubro e cinza no ar e fascinava. Fascinava-nos, apenas. Deixamos para compreendê-la mais tarde. Mais tarde, um dia... saberemos amar Clarice."
"Lições para toda vida II Aprenda a querer assim de mansinho, sem nada dizer sem ninguém perceber. Deixe o perdão amanhecer com você a cada novo dia, permita que a vida comece de novo, pois o amor anda de mãos dadas com o esquecimento e as pessoas mudam. Comece sempre uma conversa difícil, com uma boa dose de simpatia e você verá que muitos problemas serão evitados. Acredite na força do sorriso, no conforto do abraço, acredite na esperança que a fé pode colocar no seu coração. Não permita que pessoas más e invejosas contaminem seu coração! todos estamos expostos a erros e são eles que nos ajudam a crescer. Tenha um sorriso sempre com você! Num simples abri e fechar de olhos permita-se senti um beijo. Ande sempre pronto para fazer o bem, o mal te matará aos poucos, sem você perceber. Seja atencioso com seus amigos, principalmente quando eles estiverem com problemas, às vezes tudo o que precisamos é de uma mão no ombro e de uma palavra dizendo que tudo vai dá certo é só esperar. Perca-se, de vez em quando, numa conversa besta para que você não se torne uma pessoa chata. Saiba que se você desejar verdadeiramente, seus sonhos podem acontecer, mas sonhe algo que sirva não só para você, pois a melhor parte do sonho é a que compartilhamos com pessoas amadas. Analise-se friamente, antes de qualquer coisa, talvez você descubra que aquilo que tanto te incomoda no outro, sempre esteve só em você. Perca-se na simpatia dos abraços e no seguir dos passos não hesite em se perder, seja feliz. À Cristiane Germana Recife, 12 de Setembro de 2008. Autor: Wendel Cruz"
"Medo da Eternidade Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: - Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. - Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa. - Não acaba nunca, e pronto. Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. - E agora que é que eu faço? - Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver. - Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. - Acabou-se o docinho. E agora? - Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. - Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! - Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim."