"Melhor ser pirata, do que marinheiro..."
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Pirataria
As melhores frases e reflexões sobre Pirataria.
"Se há sintonia no amor Não haverá interferência de sinal pirata...."
"Pseudo Mendigo Hippie Guerreiro Xamã da Terra Índigo Gattaliano Pirata Druida......"
"Baby, meu mapa de pirata Tem um "X" em você Que é meu tesouro... Frase de Pedra Letícia."
"Proteger o que mais valorizamos como homens é a razão pela qual formamos esta tripulação pirata!..."
"O homem comum que fica furioso se lhe disserem que o pai era desonesto se envaidece se descobrir que o avô era um pirata."
"Pseudo Mendigo Hippie Guerreiro Xamã da Terra Índigo Gattaliano Pirata Druida Rato Coruja Computador... Frase de Lucius Scarabotolus Gattalis."
"Well i know some people's they got a little less than nothing But still find some to spare And other people got more than they could use But they don't share"
"Ruffy: Isso acontece porque você veio enfrentar um pirata sem a devida disposição. Nami: Qual? A disposição pra matar pessoas? Ruffy: Não, a disposição pra apos..."
"Meu amor era verdadeiro O teu era pirata O meu amor era ouro E o teu não passava de um pedaço de lata Meu amor era rio E o teu não formava uma fina cascata O me... Frase de Gaby Amarantos."
"Minha filha foi questionada por uma senhora num restaurante de Hotel de Londres sobre o que o pai dela fazia, e ela respondeu: “Ele é um pirata” - Eu fiquei muito orgulhoso dessa resposta."
"“- O pirata me disse que a atitude de quem quer encontrar alguma coisa é diferente da atitude de quem só quer procurar.Acho que você apenas procura por que não tem mais esperança de encontrar.”"
"Sei de um capitão pirata, que é dono de um verde mar, que tem seu barco de prata, mas deixou de navegar. Que se enamorou da terra, que se entregou à prisão, e entre quatro muros erra, murmurando uma canção."
"Rádio Pirata Abordar navios mercantes Invadir, pilhar Tomar o que é nosso Pirataria nas ondas do rádio Havia alguma coisa Errada com o rei... Preparar a nossa invasão E fazer justiça Com as próprias mãos Dinamitar! Um paiól de bobagens E navegar o mar Da tranqüilidade... Toquem o meu coração Façam a revolução Que está no ar Nas ondas do rádio No submundo Repousa o repúdio E deve despertar... Disputar Em cada freqüência Espaço nosso Nessa decadência... Canções de guerra Quem sabe canções do mar Canções de amor Ao que vai vingar..."
"I'd like to share a revelation that I've had during my time here. It came to me when I tried to classify your species and I realized that you're not actually mammals. Every mammal on this planet instinctively develops a natural equilibrium with the surrounding environment but you humans do not. You move to an area and you multiply and multiply until every natural resource is consumed and the only way you can survive is to spread to another area. There is another organism on this planet that follows the same pattern. Do you know what it is? A virus. Human beings are a disease, a cancer of this planet. You're a plague and we are the cure."
"So… today, like never, i was thinking about you. Last night i dreamed you. I feel you here, closed to me, and looking for me the whole day. You know, i just watched a movie about a boy who surviver that SHIT of disease and now i’m here, writting this with my soul and my basic english… of course, crying like a baby and asking like everybody: why you gone so early? I was just a child who didn’t knew it what to do!!! We were distant, but not too far way. I still remember you way to say about everything. This hurt so much on me, and i don’t have anybody to share this… to speak every single thing that i’m feeling now and in this last years; just this crap of computer I miss you so much grandpa… love you! Always…"
"Life has come a long way since yesterday (I say) And it's not the same old thing over again (I say) Just do what you feel and don't you fool yourself (I say) Cause I can't make you happy unless I am (I say, I say) I've got to be true to myself Day in day out, I've asked many questions (I say) Only to find the truth it never changes (I say) If you don't deal with it, it keeps killing you a litle by litle(I say) Call me selfish if you will, my life I alone I can live (I say, I say) I've got to be true to myself I don't care if it hurts I'm tired of lies and all these games I've reached a point in life Hey, no longer can I be this way Don't come crying to me I too have shed my share of tears I'm moving on, yes I'm grooving on Hey, well I'm finally free I've got to be true to myself"
"Não enche Me larga, não enche Você não entende nada E eu não vou te fazer entender... Me encara, de frente É que você nunca quis ver Não vai querer, nem vai ver Meu lado, meu jeito O que eu herdei de minha gente Eu nunca posso perder Me larga, não enche Me deixa viver, me deixa viver Me deixa viver, me deixa viver... Cuidado, oxente! Está no meu querer Poder fazer você desabar Do salto, nem tente Manter as coisas como estão Porque não dá, não vai dá... Quadrada! Demente! A melodia do meu samba Põe você no lugar Me larga, não enche Me deixa cantar, me deixa cantar Me deixa cantar, me deixa cantar... Eu vou Clarificar A minha voz Gritando Nada, mais de nós! Mando meu bando anunciar Vou me livrar de você... Harpia! Aranha! Sabedoria de rapina E de enredar, de enredar Perua! Piranha! Minha energia é que Mantém você suspensa no ar Prá rua! Se manda! Sai do meu sangue Sanguessuga Que só sabe sugar Pirata! Malandra! Me deixa gozar, me deixa gozar Me deixa gozar, me deixa gozar... Vagaba! Vampira! O velho esquema desmorona Desta vez prá valer Tarada! Mesquinha! Pensa que é a dona E eu lhe pergunto Quem lhe deu tanto axé? À-toa! Vadia! Começa uma outra história Aqui na luz deste dia "D" Na boa, na minha Eu vou viver dez Eu vou viver cem Eu vou vou viver mil Eu vou viver sem você... Eu vou viver sem você Na luz desse dia "D" Eu vou viver sem você"
"The paradox of our time in history is that we have taller buildings but shorter tempers, wider Freeways, but narrower viewpoints. We spend more, but have less, we buy more, but enjoy less. We have bigger houses and smaller families, more conveniences, but less time. We have more degrees but less sense, more knowledge, but less judgment, more experts, yet more problems, more medicine, but less wellness. We drink too much, smoke too much, spend too recklessly, laugh too little, drive too fast, get too angry, stay up too late, get up too tired, read too little, watch TV too much, and pray too seldom. We have multiplied our possessions, but reduced our values. We talk too much, love too seldom, and hate too often. We've learned how to make a living, but not a life. We've added years to life not life to years. We've been all the way to the moon and back, but have trouble crossing the street to meet a new neighbor. We conquered outer space but not inner space. We've done larger things, but not better things. We've cleaned up the air, but polluted the soul. We've conquered the atom, but not our prejudice. We write more, but learn less. We plan more, but accomplish less. We've learned to rush, but not to wait. We build more computers to hold more information, to produce more copies than ever, but we communicate less and less. These are the times of fast foods and slow digestion, big men and small character, steep profits and shallow relationships. These are the days of two incomes but more divorce, fancier houses, but broken homes. These are days of quick trips, disposable diapers, throwaway morality, one night stands, overweight bodies, and pills that do everything from cheer, to quiet, to kill. It is a time when there is much in the showroom window and nothing in the stockroom. A time when technology can bring this letter to you, and a time when you can choose either to share this insight, or to just hit delete... Remember; spend some time with your loved ones, because they are not going to be around forever. Remember, say a kind word to someone who looks up to you in awe, because that little person soon will grow up and leave your side. Remember, to give a warm hug to the one next to you, because that is the only treasure you can give with your heart and it doesn't cost a cent. Remember, to say, 'I love you' to your partner and your loved ones, but most of all mean it. A kiss and an embrace will mend hurt when it comes from deep inside of you. Remember to hold hands and cherish the moment for someday that person will not be there again. Give time to love, give time to speak! And give time to share the precious thoughts in your mind."
"Peça infantil A professora começa a se arrepender de ter concordado (”você é a única que tem temperamento para isto”) em dirigir a peça quando uma das fadinhas anuncia que precisa fazer xixi. é como um sinal. todas as fadinhas decidem que precisam, urgentemente, fazer xixi. — Está bem, mas só as fadinhas — diz a professora. — e uma de cada vez! Mas as fadinhas vão em bando para o banheiro. — Uma de cada vez! uma de cada vez! E você, onde é que pensa que vai? — Ao banheiro. — Não vai, não. — Mas tia… — Em primeiro lugar, o banheiro já está cheio. em segundo lugar, você não é fadinha, é caçador. Volte para o seu lugar. Um pirata chega atrasado e com a notícia de que sua mãe não conseguiu terminar a capa. Serve uma toalha? — Não. Você vai ser o único de capa branca. É melhor tirar o tapa-olho e ficar de anão. Vai ser um pouco engraçado, oito anões, mas tudo bem. Por que você está chorando? — Eu não quero ser anão. — Então fica de lavrador. — Posso ficar com o tapa-olho? — Pode. Um lavrador de tapa-olho, tudo bem. — Tia, onde é que eu fico? É uma margarida. — Você fica ali. A professora se dá conta de que as margaridas estão desorganizadas. — Atenção, margaridas! Todas ali. Você não. Você é coelhinho. — Mas meu nome é Margarida. — Não interessa! desculpe, a tia não quis gritar com você. atenção, coelhinhos. todos comigo. Margaridas ali, coelhinhos aqui. lavradores daquele lado, árvores atrás. árvore, tira o dedo do nariz. Onde é que estão as fadinhas? Que xixi mais demorado! — Eu vou chamar. — Fique onde está, lavrador. Uma das margaridas vai chamá-las. — Já vou. — Você não, Margarida! Você é coelhinho. Uma das margaridas. Você. Vá chamar as fadinhas. Piratas, fiquem quietos! — Tia, o que é que eu sou? Eu esqueci o que eu sou. — Você é o sol. Fica ali que depois a tia… piratas, por favor! As fadinhas começam a voltar. Com problemas. muitas se enredaram nos seus véus e não conseguem arrumá-los. Ajudam-se mutuamente mas no seu nervosismo só pioram a confusão. — Borboletas, ajudem aqui! — pede a professora. Mas as borboletas não ouvem. As borboletas estão etéreas. As borboletas fazem poses, fazem esvoaçar seus próprios véus e não ligam para o mundo. A professora, com a ajuda de um coelhinho amigo, de uma árvore e de um camponês, desembaraça os véus das fadinhas. — Piratas, parem. O próximo que der um pontapé vai ser anão. Desastre: quebrou uma ponta da lua. — Como é que você conseguiu isso? — pergunta a professora sorrindo, sentindo que o seu sorriso deve parecer demente. — Foi ela! A acusada é uma camponesa gorda que gosta de distribuir tapas entre os seus inferiores. — Não tem remédio. tira isso da cabeça e fica com os anões. — E a minha frase? A professora tinha esquecido. A lua tem uma fala. — Quem diz a frase da lua é, deixa ver… o relógio. — Quem? — O relógio. Cadê o relógio? — Ele não veio. — O quê? — Está com caxumba. — Ai, meu Deus. Sol, você vai ter que falar pela lua. Sol, está me ouvindo? — Eu? — Você, sim senhor. Você é o sol. Você sabe a fala da lua? — Me deu uma dor de barriga. — Essa não é a frase da Lua. — Me deu mesmo, tia. Tenho que ir embora. — Está bem, está bem. Quem diz a frase da lua é você. — Mas eu sou caçador. — Eu sei que você é caçador! Mas diz a frase da lua! Eu não quero discussão! — Mas eu não sei a frase da lua. — Piratas, parem! — Piratas, parem! certo? — Eu não estava falando com você. Piratas, de uma vez por todas… A camponesa gorda resolve tomar a justiça nas mãos e dá um croque num pirata. A classe unida avança contra a camponesa, que recua, derrubando uma árvore. As borboletas esvoaçam. Os coelhinhos estão em polvorosa. A professora grita: — Parem! parem! A cortina vai abrir. Todos a seus lugares. Vai começar! — Mas, tia, e a frase da lua? — “Boa-noite, sol”. — Boa-noite. — Eu não estou falando com você! — Eu não sou mais o sol? — É. Mas eu estava dizendo a frase da lua. “Boa-noite, sol.” — Boa-noite, sol. Boa-noite, sol. Não vou esquecer. Boa-noite, sol… — Atenção, todo mundo! Piratas e anões nos bastidores. Quem fizer um barulho antes de entrar em cena, eu esgoelo. Coelhinhos nos seus lugares. Árvores para trás. Fadinhas, aqui. Borboletas, esperem a deixa. Margaridas, no chão. Todos se preparam. — Você não, Margarida! Você é o coelhinho! Abre o pano."
"Peça infantil A professora começa a se arrepender de ter concordado (”você é a única que tem temperamento para isto”) em dirigir a peça quando uma das fadinhas anuncia que precisa fazer xixi. é como um sinal. todas as fadinhas decidem que precisam, urgentemente, fazer xixi. — Está bem, mas só as fadinhas — diz a professora. — e uma de cada vez! Mas as fadinhas vão em bando para o banheiro. — Uma de cada vez! uma de cada vez! E você, onde é que pensa que vai? — Ao banheiro. — Não vai, não. — Mas tia… — Em primeiro lugar, o banheiro já está cheio. em segundo lugar, você não é fadinha, é caçador. Volte para o seu lugar. Um pirata chega atrasado e com a notícia de que sua mãe não conseguiu terminar a capa. Serve uma toalha? — Não. Você vai ser o único de capa branca. É melhor tirar o tapa-olho e ficar de anão. Vai ser um pouco engraçado, oito anões, mas tudo bem. Por que você está chorando? — Eu não quero ser anão. — Então fica de lavrador. — Posso ficar com o tapa-olho? — Pode. Um lavrador de tapa-olho, tudo bem. — Tia, onde é que eu fico? É uma margarida. — Você fica ali. A professora se dá conta de que as margaridas estão desorganizadas. — Atenção, margaridas! Todas ali. Você não. Você é coelhinho. — Mas meu nome é Margarida. — Não interessa! desculpe, a tia não quis gritar com você. atenção, coelhinhos. todos comigo. Margaridas ali, coelhinhos aqui. lavradores daquele lado, árvores atrás. árvore, tira o dedo do nariz. Onde é que estão as fadinhas? Que xixi mais demorado! — Eu vou chamar. — Fique onde está, lavrador. Uma das margaridas vai chamá-las. — Já vou. — Você não, Margarida! Você é coelhinho. Uma das margaridas. Você. Vá chamar as fadinhas. Piratas, fiquem quietos! — Tia, o que é que eu sou? Eu esqueci o que eu sou. — Você é o sol. Fica ali que depois a tia… piratas, por favor! As fadinhas começam a voltar. Com problemas. muitas se enredaram nos seus véus e não conseguem arrumá-los. Ajudam-se mutuamente mas no seu nervosismo só pioram a confusão. — Borboletas, ajudem aqui! — pede a professora. Mas as borboletas não ouvem. As borboletas estão etéreas. As borboletas fazem poses, fazem esvoaçar seus próprios véus e não ligam para o mundo. A professora, com a ajuda de um coelhinho amigo, de uma árvore e de um camponês, desembaraça os véus das fadinhas. — Piratas, parem. O próximo que der um pontapé vai ser anão. Desastre: quebrou uma ponta da lua. — Como é que você conseguiu isso? — pergunta a professora sorrindo, sentindo que o seu sorriso deve parecer demente. — Foi ela! A acusada é uma camponesa gorda que gosta de distribuir tapas entre os seus inferiores. — Não tem remédio. tira isso da cabeça e fica com os anões. — E a minha frase? A professora tinha esquecido. A lua tem uma fala. — Quem diz a frase da lua é, deixa ver… o relógio. — Quem? — O relógio. Cadê o relógio? — Ele não veio. — O quê? — Está com caxumba. — Ai, meu Deus. Sol, você vai ter que falar pela lua. Sol, está me ouvindo? — Eu? — Você, sim senhor. Você é o sol. Você sabe a fala da lua? — Me deu uma dor de barriga. — Essa não é a frase da Lua. — Me deu mesmo, tia. Tenho que ir embora. — Está bem, está bem. Quem diz a frase da lua é você. — Mas eu sou caçador. — Eu sei que você é caçador! Mas diz a frase da lua! Eu não quero discussão! — Mas eu não sei a frase da lua. — Piratas, parem! — Piratas, parem! certo? — Eu não estava falando com você. Piratas, de uma vez por todas… A camponesa gorda resolve tomar a justiça nas mãos e dá um croque num pirata. A classe unida avança contra a camponesa, que recua, derrubando uma árvore. As borboletas esvoaçam. Os coelhinhos estão em polvorosa. A professora grita: — Parem! parem! A cortina vai abrir. Todos a seus lugares. Vai começar! — Mas, tia, e a frase da lua? — “Boa-noite, sol”. — Boa-noite. — Eu não estou falando com você! — Eu não sou mais o sol? — É. Mas eu estava dizendo a frase da lua. “Boa-noite, sol.” — Boa-noite, sol. Boa-noite, sol. Não vou esquecer. Boa-noite, sol… — Atenção, todo mundo! Piratas e anões nos bastidores. Quem fizer um barulho antes de entrar em cena, eu esgoelo. Coelhinhos nos seus lugares. Árvores para trás. Fadinhas, aqui. Borboletas, esperem a deixa. Margaridas, no chão. Todos se preparam. — Você não, Margarida! Você é o coelhinho! Abre o pano."