"Como num plano cartesiano, eu oscilo de acordo com as variáveis."
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Malebranche
As melhores frases e reflexões sobre Malebranche.
"O racionalista não é arrogante; mas a razão pode arrogar-se de toda perfeição."
"A METAFISICA DO AMOR O tempo e o espaço. Eu ave ferida, Sem rumo na vida Buscando guarida. De repente, não sei, Fui gostar de você Amizade, desejo talvez. Eu não sei bem o que. O tempo passou A amizade cresceu O espaço cedeu E o amor floresceu. Saindo das cinzas, Como a Fênix querida, No outono da vida, Eu renasço em você!"
"A METAFISICA DO AMOR O tempo e o espaço. Eu ave ferida, Sem rumo na vida Buscando guarida. De repente, não sei, Fui gostar de você Amizade, desejo talvez. Eu não sei bem o que. O tempo passou A amizade cresceu O espaço cedeu E o amor floresceu. Saindo das cinzas, Como a Fênix querida, No outono da vida, Eu renasço em você!"
"É obvio que o historiador não deve se deixar influenciar por preconceitos ou dogmas partidários. Aqueles que consideram eventos históricos como instrumentos para apoio das teses defendidas por seu partido, não são historiadores mas propagandistas e apologistas. Não pretendem adquirir conhecimento, mas, apenas justificar seus partidos. Estão lutando pelos dogmas de uma doutrina metafisica, releigiosa,nacional, política ou social. Usam o nome de história como fachada com intuíto de iludir o crédulo."
"**OLHOS DE VER** É preciso ver para sentir melhor ou sentir melhor para poder ver? Que embate cartesiano mais retrô! Penso que ambos se retroalimentam nos ajudando a aferir melhor a realidade. E para tal absorção é preciso ter um rico imaginário onde a natureza e o lúdico têm papel fundamental dentro do processo de amadurecimento dialético. A vida se divide entre dois estágios: o antes e o depois, a partir do aqui e agora. Um marco zero onde tudo está em repouso para novamente se por em movimento. O ontem é morto. O hoje é vivo. O amanhã poderá ser aborto."
"Já não nos satisfaz, a nós, homens contemporâneos, a justiça transcendental das teocracias, nem, tão-pouco, a justiça abstrata, vaga, irreal, da filosofia racionalista, que chegou ao auge na Revolução e inundou o mundo. Porque esta é vazia como os princípios em que se funda e pode encher-se do bem e do mal, do justo e do injusto, indiferentemente. Queremos nós justiça concreta, social, verificável e conferível como fato, a justiça que se prove com os números das estatísticas e com as realidades da Vida. E a esta sòmente se chega pelo caminho das verdades científicas - penosamente, é certo, mas a passos firmes e de mãos agarradas aos arbustos da escarpa, para os esforços do avanço e a segurança da escalada."
"Deus - o que é? E não quem é D eterminação E nergia U niverso S uperior Ei-lo descrito e traduzido por essa gramática "racionalista" que define tudo em apenas cinco letras. Poderia também ser: D esnecessário E nigmático U surpador S afado Eis a minha gramática: Quando a razão afirma que Deus é a causa do mundo, só existe um termo concreto, somente um lado de experiência que é o mundo, enquanto o outro Deus é totalmente suposto. Deus seria então uma afirmação inverificável; uma pura hipótese que pretende explicar os fatos, mas que está impossibilitado de explicá-los. Lembrando as palavras de Laplace: "Deus? Não necessito desta hipótese". Nós temos direito de procurar a causa no mundo, mas não de inventar uma causa do mundo. É tudo muito fácil: "Por que o mundo existe?" Invoca-se Deus, e pronto!! Brunschvicg, numa crítica semelhante à de Kant, pergunta: "Mas as exigências do princípio de causalidade não nos levarão a reclamar uma causa para Deus? A existência de um criador que não foi criado por nada está caindo em contradição com o princípio em nome do qual dizemos que Deus veio do nada como causa primeira." Ora, se aceitarmos um Deus sem causa, não podemos aceitar também, e mais simplesmente, um mundo sem causa? O Universo me espanta e não posso imaginar que este relógio exista e não tenha um relojoeiro."