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Korn

As melhores frases e reflexões sobre Korn.

"‎Eu poderia te dizer aquelas doces mentiras sinceras - "você-é-minha-vida", "não-sei-o-que-seria-da-minha-vida-sem-você" ou todo esse tipo de porcaria que a gente diz no calor da hora. As pessoas são assim, dizem que não sabem viver sem você. Depois aprendem e esquecem de comemorar contigo. E deixam vazio o lugar que sempre será delas. Eu não, simplesmente estou aqui. De vez em quando sujo, entediado, agressivo, mal-humorado, triste, calado e chato. Mas aqui."
"Poema começado do fim Um corpo quer outro corpo. Uma alma quer outra alma e seu corpo. Este excesso de realidade me confunde. Jonathan falando: parece que estou num filme. Se eu lhe dissesse você é estúpido ele diria sou mesmo. Se ele dissesse vamos comigo ao inferno passear eu iria. As casas baixas, as pessoas pobres e o sol da tarde, imaginai o que era o sol da tarde sobre nossa fragilidade. Vinha com Jonathan pela rua mais torta da cidade. O Caminho do Céu."
"Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso."
"...você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeito, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente."
"A mim que desde a infância venho vindo, como se o meu destino, fosse o exato destino de uma estrela, apelam incríveis coisas: pintar as unhas, descobrir a nuca, piscar os olhos, beber. Tomo o nome de Deus num vão. Descobri que a seu tempo vão me chorar e esquecer. Vinte anos mais vinte é o que tenho, mulher ocidental que se fosse homem, amaria chamar-se Fliud Jonathan. Neste exato momento do dia vinte de julho, de mil novecentos e setenta e seis, o céu é bruma, está frio, estou feia, acabo de receber um beijo pelo correio. Quarenta anos: não quero faca nem queijo. Quero a fome."
"Black Sheets of empty canvas, untouched sheets of clay Were laid spread out before me as her body once did. All five horizons revolved around her soul As the earth to the sun Now the air I tasted and breathed has taken a turn Ooh, and all I taught her was everything Ooh, I know she gave me all that she wore And now my bitter hands chafe beneath the clouds Of what was everything. Oh, the pictures have all been washed in black, tattooed everything... I take a walk outside I'm surrounded by some kids at play I can feel their laughter, so why do I sear? Oh, and twisted thoughts that spin round my head I'm spinning, oh, I'm spinning How quick the sun can drop away And now my bitter hands cradle broken glass Of what was everything? All the pictures have all been washed in black, tattooed everything... All the love gone bad turned my world to black Tattooed all I see, all that I am, all I'll be... I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a sun in somebody else's sky, but why Why, why can't it be, can't it be mine"