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Espanola

As melhores frases e reflexões sobre Espanola.

"Realidade Em ti o meu olhar fez-se alvorada E a minha voz fez-se gorgeio de ninho... E a minha rubra boca apaixonada Teve a frescura pálida do linho... Embriagou-me o teu beijo como um vinho Fulvo de Espanha, em taça cinzelada... E a minha cabeleireira desatada Pôs a teus pés a sombra dum caminho... Minhas pálpebras são cor de verbena, Eu tenho os olhos garços, sou morena, E para te encontrar foi que eu nasci... Tens sido vida fora o meu desejo E agora, que te falo, que te vejo, Não sei se te encontrei... se te perdi..."
"TEUS OLHOS Olhos do meu Amor! Infantes loiros Que trazem os meus presos, endoidados! Neles deixei, um dia, os meus tesouros: Meus anéis, minhas rendas, meus brocados. Neles ficaram meus palácios moiros, Meus carros de combate, destroçados, Os meus diamantes, todos os meus oiros Que trouxe d'Além-Mundos ignorados! Olhos do meu Amor! Fontes... cisternas... Enigmáticas campas medievais... Jardins de Espanha... catedrais eternas... Berço vindo do Céu à minha porta... Ó meu leito de núpcias irreais!... Meu sumptuoso túmulo de morta!..."
"Eu venho de uma longa saudade. Eu, a quem elogiam e adoram. Mas ninguém quer nada comigo. Meu fôlego de sete gatos amedronta os que poderiam vir. Com exceção de uns poucos, todos têm medo de mim como se eu mordesse. Nem eu nem Ulisses mordemos. Somos mansos e alegres, e às vezes latimos de raiva ou de espanto. Eu escondo de mim o meu fracasso. Desisto. E tristemente coleciono frases de amor. Em português é “eu te amo”. Em francês – “je t’aime”. Em inglês – “I love you”. Em italiano – “io t’amo”. Em espanhol – “yo te quiero”. Em alemão – “Ich liebe dich”, está certo? Logo eu, a mal-amada. A grande decepcionada, a que cada noite experimenta a doçura da morte."
"Nas Montanhas Entre a França e a Espanha existe uma cadeia de montanhas. Numa destas montanhas, existe uma aldeia chamada Argelés. Nesta aldeia, existe uma ladeira que leva até o vale. Todas as tardes, um velho sobe e desce esta ladeira. Quando o viajante foi a Argelés pela primeira vez, não reparou nada. Da segunda vez, viu que um homem sempre cruzava com ele. E, cada vez que ia àquela aldeia, reparava mais detalhes - a roupa, a boina, a bengala, os óculos. Hoje em dia, sempre que pensa na aldeia, pensa também no velhinho - embora ele não saiba disso. Uma única vez viajante conversou com ele. Querendo brincar, perguntou: - Será que Deus vive nestas lindas montanhas á nossa volta? - Deus vive - disse o velhinho - nos lugares onde deixam Ele entrar."
"Parar de fumar, fazer ginástica, emagrecer. Trabalhar menos, não trabalhar, arranjar um trabalho. Estudar inglês, espanhol, francÊs, italiano, alemão, japonês. Comer melhor. Aprender a dizer sim, aprender a dizer NÃO. Guardar dinheiro, ir ao dentista, terminar o tratamento. Cortar doces, massas e frituras. Viajar mais. Amar, se apaixonar, se desapaixonar. Morar sozinho, morar com alguém, deixar de morar com alguém. Trocar de carro, comprar um apartamento, uma bicicleta. Andar mais a pé. Sair para dançar, sair com os amigos, ficar mais em casa. Fazer um check-up, arrumar o armário, ir ao cinema. Casar, casar de novo, casar mais uma vez. Ter um filho. Mudar de emprego, mudar de escola, mudar de vida. Não importa o que você queira mudar, mude; mudar é bom, mudar faz parte da vida. (kety)"
"O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia. O Tejo tem grandes navios E navega nele ainda, Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está, A memória das naus. O Tejo desce de Espanha E o Tejo entra no mar em Portugal. Toda a gente sabe isso. Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia E para onde ele vai E donde ele vem. E por isso porque pertence a menos gente, É mais livre e maior o rio da minha aldeia. Pelo Tejo vai-se para o Mundo. Para além do Tejo há a América E a fortuna daqueles que a encontram. Ninguém nunca pensou no que há para além Do rio da minha aldeia. O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. Quem está ao pé dele está só ao pé dele."
"Tu és Três Um missionário espanhol visitava uma ilha quando encontrou três sacerdotes astecas. - Como vocês rezam? - perguntou o padre. - Temos apenas uma oração - respondeu um dos astecas. - Nós dizemos: "Deus, Tu Ès três, nós somos três. Tende piedade de nós." - Bela oração - disse o missionário.- Mas ela não é exatamente a prece que Deus escuta. Vou lhes ensinar uma muito melhor. O padre ensinou uma oração católica, e seguiu seu caminho de evangelização. Anos depois, já no navio que o levava de volta á Espanha, teve que passar de novo por aquela ilha. Do convés, viu os três sacerdotes na praia - e acenou-lhes. Neste momento, os três começaram a caminhar pela água, em direção a ele. - Padre! Padre! - chamou um deles, se aproximando do navio.- Nos ensina de novo a oração que Deus escuta, porque não conseguimos lembrar! - Não importa - disse o missionário, vendo o milagre. E pediu perdão a Deus, por não ter entendido antes que Ele falava todas as línguas."
"Vou-me Embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconseqüente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d'água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcalóide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada."
"Perguntas de um Operário Letrado Quem construiu Tebas, a das sete portas? Nos livros vem o nome dos reis, Mas foram os reis que transportaram as pedras? Babilónia, tantas vezes destruída, Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas Da Lima Dourada moravam seus obreiros? No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde Foram os seus pedreiros? A grande Roma Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio Só tinha palácios Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida Na noite em que o mar a engoliu Viu afogados gritar por seus escravos. O jovem Alexandre conquistou as Índias Sozinho? César venceu os gauleses. Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço? Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha Chorou. E ninguém mais? Frederico II ganhou a guerra dos sete anos Quem mais a ganhou? Em cada página uma vitória. Quem cozinhava os festins? Em cada década um grande homem. Quem pagava as despesas? Tantas histórias Quantas perguntas"
"Vou-me Embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconseqüente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d'água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcalóide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada."
"Viajar? Para viajar basta existir. Vou de dia para dia, como de estação para estação, no comboio do meu corpo, ou do meu destino, debruçado sobre as ruas e as praças, sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes, como, afinal, as paisagens são. Se imagino, vejo. Que mais faço eu se viajo? Só a fraqueza extrema da imaginação justifica que se tenha que deslocar para sentir. “Qualquer estrada, esta mesma estrada de Entepfuhl, te levará até ao fim do mundo”. Mas o fim do mundo, desde que o mundo se consumou dando-lhe a volta, é o mesmo Entepfuhl de onde se partiu. Na realidade, o fim do mundo, como o princípio, é o nosso conceito do mundo. É em nós que as paisagens têm paisagem. Por isso, se as imagino, as crio; se as crio, são; se são, vejo-as como às outras. Para quê viajar? Em Madrid, em Berlim, na Pérsia, na China, nos Pólos ambos, onde estaria eu senão em mim mesmo, e no tipo e género das minhas sensações? A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos, não é o que vemos, senão o que somos."
"Eu te amo - Português (Brasil) Amo-te - Português (Portugal) Miluji te - Tcheco Seni Seviyorum - Turco Toi yeu em - Vietnamita Ich libe dich - Yiddish Mena Tanda Wena - Zulu Te amo - Latim I love you - Inglês Ai shiteiru - Japonês Kulo tresno - Javanês Bahibak - Libanês Wo ai ni - Mandarin Eg elskar deg - Norueguês Doo-set daaram - Persa Ya tebya liubliu - Russo Jag a"lskar dig - Sueco ti amo - Italiano Mi amas vin - Esperanto Mina" rakastan sinua - Finlandês Je t'aime - Francês S'ayapo - Grego Ani ohev otach (homem para mulher) - Hebraico Ani ohevet otcha (mulher para homem) - Hebraico Ik hou van jou - Holandês Szeretlek te`ged - Húngaro Ja te volim - Ioguslavo Mahn doostaht doh-rahm - Iraniano Taim i' ngra leat - Irlandês Eg elska thig - Islandês Te amo - Espanhol Ek is lief vir jou - Africano Te dua -.Albanês Ich liebe Dich - Alemão Ohiboka (mulher para homem) - Árabe Ohiboke (homem para mulher) - Árabe Yes kez sirumen - Armênio Obicham te - Búlgaro Ngo oi ney - Cantonês Dangsinul saranghee yo - Coreano Jeg elsker dig - Dinamarquês Lubim ta - Eslovaco Simplesmente Amo Você!!"
"Qual o nome das renas do Papai Noel? R: Dasher , Donner , Prancer , Vixen , Comet , Cupid , Dasher e Blitze . Por que os americanos e ingleses chamam o peru de turkey ? R: É simples - as aves vinham do México para a Europa, descarregando na Espanha. De lá, comerciantes turcos (Turquia, Turkey em inglês) as levavam até a Inglaterra para a venda. Por fim, a origem do mercador se estendeu à mercadoria. Qual a origem da árvore de Natal? R: são várias as origens possíveis, sendo a mais aceita a que atribui à Alemanha, através de Martinho Lutero. Ele teria montado um pinheiro com velas em sua casa para mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo. Qual a origem da Missa do Galo e do Presépio? R: as duas tradições, tipicamente natalinas, são obra de São Francisco de Assis, que fez o presépio para lembrar aos fiéis do ambiente que Jesus vivia. Foi em Greccio, na Itália, em 1224. Ele mostrava o presépio ao povo à meia-noite, hora simbólica que Jesus nasceu. Logo depois era realizada uma missa, que como era na madrugada, era feita ao som dos galos , que cantavam nesse horário. O povo deu o nome "Missa do Galo" à celebração por esse motivo."
""A ausência tanto é um remédio contra o ódio como uma arma contra o amor." (Jean de La Fontaine) "Os ausentes fazem sempre mal em voltar." (Jules Renard) "A ausência apaga as pequenas paixões e fortalece as grandes." (Jean de La Fontaine) "Só se notam os ausentes quando o momento é desagradável." (Sofocleto) "Para quem ama, não será a ausência a mais certa, a mais eficaz, a mais intensa, a mais indestrutível, a mais fiel das presenças?" (Marcel Proust) "A ausência só mata o amor quando ele já está doente na data da partida." (Condessa Diane) "Quem está ausente, teme e tem todos os males." (Miguel de Cervantes) "A ausência é para o amor o que o vento é para o fogo: apaga o pequeno, aviva o forte." (Antoine de Saint-Exupéry) "Os ausentes nunca têm razão." (Philippe Destouches) "Como é preciso gostar de alguém para preferi-lo à sua ausência!" (Jean Rostand) "A ausência é a causa de todos os males." (Jean de La Fontaine) "A ausência do ser amado deixa atrás de si um lento veneno que se chama esquecimento." (Claude Aveline) "Ausente com o corpo, mas presente com o espírito." (Vulgata) "Ausência de desejos traz tranquilidade." (Textos Taoístas) "Ninguém respeita um ausente." (Propércio) "A ausência é o remédio do amor." (António Vieira)"
"O homem, bicho da Terra tão pequeno chateia-se na Terra lugar de muita miséria e pouca diversão, faz um foguete, uma cápsula, um módulo toca para a Lua desce cauteloso na Lua pisa na Lua planta bandeirola na Lua experimenta a Lua coloniza a Lua civiliza a Lua humaniza a Lua. Lua humanizada: tão igual à Terra. O homem chateia-se na Lua. Vamos para Marte — ordena a suas máquinas. Elas obedecem, o homem desce em Marte pisa em Marte experimenta coloniza civiliza humaniza Marte com engenho e arte. Marte humanizado, que lugar quadrado. Vamos a outra parte? Claro — diz o engenho sofisticado e dócil. Vamos a Vênus. O homem põe o pé em Vênus, vê o visto — é isto? idem idem idem. O homem funde a cuca se não for a Júpiter proclamar justiça junto com injustiça repetir a fossa repetir o inquieto repetitório. Outros planetas restam para outras colônias. O espaço todo vira Terra-a-terra. O homem chega ao Sol ou dá uma volta só para tever? Não-vê que ele inventa roupa insiderável de viver no Sol. Põe o pé e: mas que chato é o Sol, falso touro espanhol domado. Restam outros sistemas fora do solar a col- onizar. Ao acabarem todos só resta ao homem (estará equipado?) a dificílima dangerosíssima viagem de si a si mesmo: pôr o pé no chão do seu coração experimentar colonizar civilizar humanizar o homem descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas a perene, insuspeitada alegria de con-viver."