"O primeiro dos quatorze Há muita gente eu sei que não gosta de versos, Por que... não sei... talvez... [talvez] porque não queira; Daí uma asserção de críticos diversos: Morrerá no Porvir a poesia inteira. Eu me esteio a mim mesmo em pontos controversos: A Ciência julgada austera e sobranceira Pousa no fictício os pedestais emersos Que sustêm uma bíblia eterna e verdadeira. Vede: a Química conta as moléculas; dita A Mecânica as leis tendo por base a inércia; Outros mundos além a Astronomia habita... Se mesmo o positivo é sonho e controvérsia Nem Porvir, nem ninguém, coisa alguma desliga A Ciência que sonha e o verso que investiga."
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