"Saio de mim para falar que não tenho saída. Estou caminhando a tanto tempo que esqueci como parar. Vejo longe no "tarnoitecer" que a estrada vai se findando. Isso mesmo, não estou chegando ao fim, mas a estrada não me leva mais para onde quero ir. Na minha caminhada cheguei aqui... Terminou os atalhos, findou-se os desvios, escolhi meu caminho e o triste "destino" sem sentido."
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Ver todas"Delírio de Mim Há um Outro em mim que pede socorro. Calo e Ouço gritos: Me socorram, não suporto viver aqui! Suspiro... Quero dormir e ficar um pouco sem mim. Para quem sabe a dor que sinto se entregue a um sonho de amor... e dentro de mim não morra esse Outro de dor."
"Fale se poder falar. Grite se quiser! Me mate se desejar, Mas não me beije como se houvesse o amanhã. Não me olhe como se fosse me ver novamente. Vives para morrer comigo este momento."
"Nos gritos do silêncio denuncio a dor de existir em mim. Me aproximo do que é o fim: o inaudível. Pois se a morte proporciona algo, esse algo é o silêncio. Os velórios são recobertos pelo som do inaudível. E, os olhos são porta-vozes e as lágrimas os discursos ensurdecedores da finitude. Por isso poucos suportam o silêncio... e um minuto sem palavras torna-se em momentos de angústia. A angústia da morte que habita-nos soa como brados arrebatadores no emudecer do mundo."
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