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"Nem a tristeza, nem a desilusão, nem a incerteza... Nem o medo, nem a depressão... Nada me impedirá de sorrir... Por mais que sofra meu coração... Nada me impedirá de sonhar... Nem o desespero nem a descrença... Muito menos o ódio ou alguma ofensa... Mesmo errando e aprendendo, tudo me será favorável... Para que eu possa sempre evoluir, preservar, servir, cantar, agradecer, perdoar, recomeçar... Quero viver o dia de hoje, como se fosse o primeiro... Como se fosse o último, como se fosse o único... Quero viver o momento de agora, como se ainda fosse cedo, como se nunca fosse tarde... Conservar o equilíbrio e fortalecer a minha esperança... Quero caminhar na certeza de chegar."

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"Bom dia! Uns dos principais caminhos para o crescimento e a realização pessoal é você eliminar o que é inútil em sua vida, e em seu coração para que ocorram coisas boas e novas. Como é belo e bom imaginar o amanhã e ter força, coragem e vontade de construí-lo. Pois então faça uma limpeza em seu coração, liberte-se de ressentimentos antigos, como o da mágoa por alguém, isso só te enfraquece causando dor e sofrimento, impedindo seu crescimento perdoe, reconcilie-se, liberte-se deste sentimento. Abra-se para o novo e seja feliz! Jesus te ama e eu também. Tenha um lindo dia!"

"Eu te amo do amanhecer ao anoitecer e mesmo quando durmo, ainda te amo. Eu te amo nas três dimensões, nas quatro luas, nos quatro elementos, nas quatro estações, nos quatro pontos cardeais. Eu te amo nos cinco sentidos, nas sete cores do arco-íris, nas sete notas musicais... nos doze signos do zodíaco. Em tudo o que existe eu te amo cada vez mais. Eu te amo na procela e na calmaria, em todos os josés e marias, nos infantes, nos anciãos, nos amigos, inimigos ou irmãos... Eu te amo em toda a criação... Eu te amo no vento que vem do norte, na linha do horizonte, na pequena fonte, nas nuvens grávidas de chuva... Eu te amo nos meus dias nefastos e nos meus dias de sorte... Eu te amo na árvore frondosa, na montanha majestosa, na pedra preciosa, nas miríades das estrelas do universo... Eu te amo no pequeno átomo, na imponderável constelação, Eu te amo para além de qualquer humana compreensão...Hoje penso no tempo em que perdemos em não dizer Eu te Amo... Te Amo para SEMPRE!"

"Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era uma vida ótima, própria para alguém que não desejava ter patrão. O que eu não percebi, é que aquela vida era também um ministério. Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se, muitas vezes, um confessionário. Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos, e contavam episódios de suas vidas: suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar. Mas nenhuma me tocou mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite: era Agosto. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade. Quando eu cheguei às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora. A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta. "Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda" - eu pensei. Assim fui até a porta e bati. "Um minuto!" - respondeu uma voz débil e idosa. Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40. Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros. "O Sr. poderia colocar a minha mala no carro?" - ela pediu. Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, e ela ficou agradecendo minha ajuda. "Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros da melhor forma possível." - disse. "Oh!, você é um bom rapaz!" - disse ela, sorrindo. Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu: "O Sr. poderia ir pelo centro da cidade?" "Não é o trajeto mais curto..." - alertei-a prontamente. "Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos." Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando. "Eu não tenho mais família..." - continuou. "Meu médico diz que tenho pouco tempo..." Eu, disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei: "Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?" Nas duas horas seguintes, nós rodamos pela cidade. Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o marido tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente à um edifício ou esquina. Ficava, então, com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada. Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse, de repente: "Eu estou cansada. Vamos agora?" Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado. Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um pórtico. Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele parou. Eram muito amáveis e atentos, e observavam todos os movimentos dela. Eles deviam estar esperando-a. Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise para a porta. A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas, quando disse: "Quanto lhe devo?" - e já foi abrindo a bolsa para pagar. "Nada" - respondi. "Você tem que ganhar a vida, meu jovem..." "Há outros passageiros" - respondi. Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente. "Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada!" "Eu que agradeço." - respondi. Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada. Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida. Naquele dia não peguei mais passageiros. Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia respirar de emoção... Fiquei pensando se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno? E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora? Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida. A maioria das pessoas está condicionada a pensar que suas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos, e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância. As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse. Mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir. Pense nisso!"

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