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"Amor sem passado sem futuro No caminhar sobre o resto das lembranças Percebo perdidos pedaços que já esqueci Foi a força de toda uma história de paixão Terminada no início de um amor que nunca tive Me perdia no sentido vago de algumas alegrias Que me sorria à noite, me acordando em lágrimas. Era um tempo presente, pretérito do não saber. Me conjugando na primeira pessoa, singular e inexplorável. A ela pertencendo lugar fixo na segunda do mais que perfeito. Assim me desfiz no desejo de conjugações. Onde apenas a primeira pessoa deve ser sempre plural Pertencendo ao mágico mistério do amor. O nós que se faz um! Jaak Bosmans"

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