"A mulher desempenha um papel impar. A singularidade de ser mulher, mãe, companheira e amiga traz o estigma do ser humano que sofreu e, ainda sofre, o paradigma da submissão e da discriminação. Vítima da imposição “modelista” e “não verdadeira” da real essência do potencial feminino e de suas habilidades e competências, que são e estão inerentes tanto no homem como na mulher."
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Ver todas"Existem determinados momentos das nossas vidas que é melhor calar. Cale-se, tenha sabedoria e discernimento.Fale somente no momento oportuno. Não apresse o rio que corre."
"Um olhar de uma mulher é sempre um mistério, é tolice para nós homens tentarmos compreende-las."
"A mulher contemporânea reivindica os seus direitos, posiciona-se não só como mulher, a sua condição de ser mulher, como também luta cotidianamente em busca de uma outra visão da mulher como um ser autêntico e determinado, não mais submisso, que levanta a bandeira contra toda e qualquer forma de violência que fere de forma universal a primazia da luta pelos direitos humanos.A nova mulher encontra-se apoiada em elementos importantes de dignidade e ,principalmente, no surgimento da Lei nº 11.340/2006, conhecida popularmente como Lei Maria da Penha. Não só mudanças naturais e comportamentais da sociedade, mas também o surgimento de Leis vieram auxiliar e exigir que posturas de abusos, maus tratos e costumes primitivos e agressivos possam ser denunciados e que a sociedade venha a ser cada vez mais presente no combate a este tipo de comportamento, não mais omissa, contrária aos chavões em que o senso comum tanto apregoou: “Em briga de marido e mulher não se mete a colher”, “Parece mulher de malandro, gosta mesmo é de apanhar”. Estes e outros chavões de rótulos pejorativos e grosseiros não podem mais ser aplicados contra a mulher."
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