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"É justamente quando estamos frustrados e insatisfeitos, que precisamos lembrar que possuímos uma antena interna - a atenção - capaz de captar o lado bom da vida. Exatamente como na natureza, faz o girassol O girassol se volta para onde o sol estiver, mesmo que este esteja escondido atrás de uma nuvem. Ele está sempre em busca da luz, da vitalidade, da força, da beleza. Saber captar o lado luminoso da vida significa aprendermos a valorizar tudo de bom que já recebemos e também a sermos gratos por isso... Apreciar e agradecer o carinho, o afeto, os gestos de atenção e delicadeza oferecidos pelos amigos, filhos, pais, namorados. Apreciar o sorriso luminoso de alguém que você gosta. Apreciar um gesto de gentileza, uma palavra de estímulo do seu colega de trabalho, do seu vizinho... Apreciar todo contato humano que lhe trouxe conforto, novo animo... Apreciar todo apoio que a vida lhe deu, de tantas formas misteriosas, quando precisou... Apreciar e agradecer porque a vida é amor, e sempre o protegeu, realizou seus desejos mais profundos, tomou conta de seus interesses e suas verdadeiras necessidades... Ser aprendiz de girassol, não é fácil! Infelizmente a maioria de nós, não foi preparada pra buscar o lado luz da vida, e vive se debatendo na obscura zona dos condicionamentos subconscientes e dos pensamentos destrutivos! Daqui pra frente, quando perceber que está desanimado, revoltado ou deprimido, que possa se lembrar de ser girassol. Selecione o melhor do seu mundo, valorize tudo o que de bonito e bom que existe nele! Acredite no Poder da Luz para neutralizar qualquer situação adversa e transformar sua Vida em uma verdadeira obra-prima! Assim, começará a reter força, vitalidade e alegria dentro de você. E como o girassol, estará de bem com a grande festa colorida que é a vida!"

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"FORMATURA Um jovem estava se preparando para sua formatura na Universidade. Há meses ele admirava um carro esporte em uma determinada concessionária, e, sabendo que seu pai poderia comprá-lo, disse-lhe que aquele carro era tudo que queria. Conforme a data da formatura se aproximava, o jovem tentava descobrir indícios de que seu pai tinha comprado o carro. Finalmente, na manhã da formatura, o pai o chamou em seu escritório particular e lhe disse como estava orgulhoso em ter um filho como ele, o quanto o amava e lhe entregou uma caixa lindamente embrulhada para presente. Curioso, e tanto decepcionado, o jovem abriu a caixa e encontrou uma BÍBLIA com rica encadernação de couro e seu nome gravado em ouro. Com raiva e gritando disse: - Com todo o seu dinheiro, você me dá uma BÍBLIA? E saiu bruscamente de casa. Passaram-se muitos anos e o jovem transformou-se num bem sucedido homem de negócios. Tinha bens, uma bonita casa e uma família maravilhosa. Lembrou-se do pai e concluiu que ele estava muito velho e que talvez devesse ir vê-lo. Não tinha estado com ele desde o dia da formatura. Enquanto se organizava para viajar, recebeu um telegrama comunicando-lhe que seu pai havia morrido, deixando toda sua herança para ele, seu filho único, e que precisava ir imediatamente até sua antiga casa tomar posse do que lhe havia sido legado. Quando ele chegou em casa de seu pai, uma tristeza intensa e um grande arrependimento tomaram conta de seu coração. Ele começou a olhar todos aqueles importantes papeis e viu a BÍBLIA, ainda nova, da mesma maneira que ele havia deixado muitos anos atrás. Emocionado, com lágrimas nos olhos, abriu a BÍBLIA e começou a virar as páginas. Seu pai havia cuidadosamente sublinhado um versículo: MATEUS 7:11 "Se vós pois sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso pai, que estais no céu, dará bens aos que lho pedirem?" Enquanto lia estas palavras, uma chave de carro caiu da BÍBLIA. Tinha uma etiqueta com o nome da concessionária, a mesma onde havia o tão desejado carro. Na etiqueta havia a data da formatura e as palavras "Pago a Vista". "Quantas vezes perdemos as bênçãos de DEUS, só porque elas não estão na embalagem que desejamos?" Fênix"

"SONHOS! Um dia dei asas a minha imaginação e voei , voei ; E voando, voando, cheguei a Deus; E chegando a Deus pedi a ele que me Transforma-se em Sol. Deus me transformou num Sol, e como Sol Eu lhe acompanhava por todo o dia; Você sentia minha presença em você , Não da forma que eu queria, mas sentia. ENTÃO O DIA CAIA, A NOITE SUBIA, E EU LHE PERDIA. Então voltei a Deus e pedi a ele que me Transformasse na Lua. Deus me fez a Lua. AH... Eu penetrava pela fresta da sua janela E protegia o seu sono; Eu lhe tocava nos seus momentos mais íntimos, Não da forma que eu queria, mas tocava. ENTÃO A NOITE CAIA, O DIA SUBIA E NOVAMENTE EU LHE PERDIA. Pois bem: mais uma vez voltei a Deus E pedi a ele que me fizesse seu sangue; Deus me fez seu sangue. AH!! Era maravilhoso! Eu percorria por todo o seu corpo; Eu tocava por inteiro, todo o seu interior. Não da forma que eu queria, mas tocava. Até que um dia me fez correr tanto em suas veias, Que eu não entendi. Foi quando você se apaixonou; Eu fiz seu coração pulsar mais forte, Eu fiz a sua cabeça sonhar por um amor, Por um amor que não era o meu, mas fiz. Finalmente voltei a Deus e pedi a ele Gostar, apaixonar-se e amar. Deus me fez humano, para Que você pudesse amar; Porque todo esse tempo eu Sempre quis ser tudo o que você sonhava. Deus disse que eu seria uma pessoa feliz e alegre, Que eu saberia rir e brincar com as palavras... E hoje rio e brinco com as palavras Que eu encontro aqui sem saber se um dia você iria ler..."

"Quando saías esta manhã de tua casa levando pela mão o teu filhinho, fiquei admirando os seus sapatos novos, o seu lindo capote de lã, a sua pasta de couro cheia de livros e a farta merenda que ele levava para o colégio. Tu me olhaste com desprezo e seguraste o braço do teu filho, com receio que ele me tocasse. Pensaste, por acaso, no meu infortúnio, no meu abandono, nos meus pés descalços e na minha roupa toda rasgada? Será que eu poderia contagiar teu filho? É claro que te esqueceste imediatamente do incidente; subiste no teu automóvel e te perdeste no tráfego louco da cidade, como se perdem sempre todos os meus sonhos. Ali, só e abandonado dei asas à minha imaginação e fiquei pensando: que diferença existe entre mim e aquele garoto? Temos mais ou menos a mesma idade, nascemos na mesma pátria; enquanto ele joga futebol com bolas coloridas, eu chuto pedras; ele dorme agasalhado em sua cama macia, e eu me deito no chão sobre jornais velhos; ele tem comida gostosa e variada, e eu tenho que catar algo nas latas de lixo; ele vai ao colégio para aprender a ler e escrever, enquanto eu vivo na rua aprendendo a roubar e a me defender. São essas, por acaso, as nossas diferenças? Será que a culpa é minha? Será que sou culpado de ter nascido, sorrir sem saber quem é meu pai e tendo por mãe uma mulher sofrida e ignorante? Não fui eu que decidi não ir à escola e também não é minha culpa não ter casa para morar e nem comida para me alimentar. Alguém resolveu assim e eu nem sei quem foi! Não posso culpar ninguém porque a minha ignorância nem isso permite. Não posso sair desta situação sozinho, porque sou incapaz de fazê-lo sem uma generosa ajuda. Então, como nada é feito, cada vez se acentua mais a diferença entre mim e o menino que levavas pela mão. No futuro ele será como tu. Um homem de bem e de conceito respeitado pela sociedade. E eu? Serei um reles vagabundo que se torna ladrão e caminha em direção ao cárcere. É até possível que, dentro de alguns anos, o menino e eu voltemos a nos encontrar. Ele como Juiz de Direito, e eu como réu delinqüente, ele para purificar a sociedade de tipos como eu, e eu para cumprir o meu desgraçado destino; ele para julgar os meus atos, e eu para padecê-los. Como posso ser condenado ao cárcere, quando jamais tive uma escola para freqüentar? E quando fiz as coisas à minha maneira chega o peso da lei e a força da justiça para me aniquilar? Será que tudo isso é justo? Amigo, não peço a tua mão pois ela é do teu filho; nem a roupa, nem a cama, nem o livro e nem a comida que só a ele pertencem. Somente te peço que quando me encontrares na rua, sujo, esfarrapado e abandonado, grave a minha imagem em tua mente e, se sobrar um minuto na tua atribulada vida diária, meditas amigo..., meditas... como podes me salvar? Sem indiferença, com certeza, poderemos fazer alguma coisa!!!"

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