"O Pó Um pedaço de terra, dura feito pedra Um liquído viscoso, feito chorume, fétido, forte e repulsivo. Uma vida de abnegações, porém, cheia de sonhos. Um corpo inerte. Pela morte? Talvez, alguns diriam. Sombra que assombra, luz que não alumia, alma fugidia. Passado em vida a mexer loucamente as águas que teimavam em não se misturarem; dum lado óleo, doutro, água. A vida por um giro, até a exaustão! Parou. Assim que deixou, cada um foi para o lado que lhe cabia. Uma subiu, pesada e leve. A outra, leve mas pesada, foi ao fundo. Finalmente, cada uma estava em seu lugar por direito."
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Ver todas"Sonhos de liberdade A vida lhe reservara mais sentimentos. De todos os tipos, e ela os sentia agora. Doloridos, insanos, ensurdecedores. Agonia retorcendo-se nas entranhas. Dores estranhas, antes nunca experimentada. A liberdade então era isso? Onde estavam as asas que a fariam alçar o voo tão desejado? Tudo continuava no mesmo lugar. No vazio da liberdade ficara apenas o sonho. O mesmo de quando era menina."
"Seu eu soubesse... Se eu soubesse escrever, escrever-lhe-ia um poema desses de revista. Esses de deixar encantado,extasiado, com olhos e coração arregalados. Se eu soubesse escrever, escreveria um desses poemas abusados, de amor incontrolável, desses de nunca esquecer... Mas não sei escrever, so sei sentir. Mas isso eu posso dizer: amo você!"
"Ciúmes Acerca de tudo que nos cerca, sinto ciúmes: - Amo-te sim! Como um cinto que muito aperta, Quero-te sempre só para mim. Quando contigo sonho, Vejo em você um lado tristonho E então percebo, tens medo de mim? Tudo inútil. Quando ama sufoco. Seco tudo aquilo que toco. Como pode alguém, amar tanto assim?"
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