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"Amor Trovejado na Idade Média... Exaltado ao ápice no Romantismo... Apagado no modernismo... Mas presente no dia a dia... Talvez possa ser chamado de Amor o que deixo nestas linhas nestas semi-retas paralelas que a pena vai preenchendo o que a mente imagina ser esse sentimento hialino... que, se cuidado, brilha... que, se largado, quebra... que, se cultivado, cresce... que, se minado, morre... Criador de poetas de paixões eternas e de tristes desfechos... quero eu esse amor encontrar, ao infinito caminhar, E a paz latente alcançar."

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