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"Lágrimas vorazes Meus pensamentos teimam em me fazer lembrar-se do que me fere, Corta como uma lamina afiada a minha alma, jorrando sangue de magoas A dor é insuportável, sinto vontade de arrancar bruscamente o meu coração Lançá-lo para bem longe, tirar das minhas estranhas toda angustia Apertá-las fortemente entre minhas mãos até transformá-la em pedacinhos A tristeza se apodera do meu ser, fazendo me sufocar um grito mudo Onde só o meu eu é capaz de ouvir, ninguém mais. Vontade de sair correndo por entre bosques solitários, úmidos E ficar ali e não precisar voltar para esse sofrimento que teima Em tomar conta de todo o meu ser. De meus olhos lágrimas vorazes insistem rolar pelas minhas faces Sinto-me fraca, frágil para tentar conte-las e elas desabam sem dó Solitariamente choro e ao mesmo Tempo me afundo em tristezas profundas e obscuras Há se eu pudesse tirar da memória todos os pensamentos ruins Que se alastram como uma doença contagiosa Que arde dói deixando-me destruída. marylife"

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"SUA INDIFERENÇA Estou rodeada de pessoas, mas me sinto como se estivesse sozinha Olho para cada rosto e vejo neles um sorriso em seus lábios. Meu corpo esta ali presente, mas a minha alma vagueia para bem longe dali. Tem horas que pareço estar em off. E fujo de todos com os meus pensamentos Quando volto a mim tento disfarçar para que ninguém notar. Meus olhos me traem sem remorso, Mostra a todos a toda a dor que ele carrega. Não posso mais continuar assim com o coração dilacerado Partido em sofrimento e saudade. Não quero e não devo sentir isso solitariamente por um Amor de mentiras enfeitado de falsidade embrulhado Com a sua enganação. Tentei passar por cima da tua frieza mas acabei me afundando Na sua arrogância Debati-me, gritei por seu nome e acabei morrendo na sua indiferença"

"TENHO Tenho vários amigos ao meu lado, mas me sinto tão sozinha, tão sem chão. Tenho tudo e ao mesmo tempo não tenho nada Achava que era tudo e percebi que não era nada Achava que podia ter o mundo e só achei o fundo, o fundo do poço. Olho à minha volta e o que vejo. Vejo apenas multidões apressadas E eu tão só, sempre a sobejar sinto em meu rosto apenas o zéfiro como tocando minha face num leve carinho. Ao mesmo tempo vejo a soalheira que arde em minha pele. Caminho pela areia, a praia está deserta Olho as ondas e elas parecem se exibir numa dança mágica onde elas se entrelaçam parecem querer tornar-se uma só. Mas ao mesmo tempo elas se soltam e fogem de encontro a areia. E muitas acabam morrendo ali mesmo naquela areia. Morrem aos poucos até que a brisa carinhosamente com o seu leve sopro fazem com que a areia sugue as últimas gotas das ondas até que a areia esteja totalmente seca. Vejo aquele lençol azul de vez em quando se mexendo como se estivesse mudando de posição. O mar como nós tem os seus dias de revolta pode sentir-se sereno ou furioso. Existe muitas pessoa frias, fracas, que vivem a imergir."

"O DESFILE DA VIDA! No desfile da vida por mais que se ande com elegância e altivez Por mais que se tenha um jogo de cintura suave e sedutor ao Mesmo tempo firme e por mais que se tenha classe, quando O destino entra na passarela a queda é improrrogável ninguém Está escape todos tem os seus momentos de melindres."

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