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"Máscara partida... Nas fendas do ócio te esculpi... Nas brumas do tempo vendaste meus olhos. Chorar por mim não enobrece a lágrima vertida sob teu manto; não anula o instante perdido frente aos escombros. Agora, o que faço... O que faço eu, sem a tua proteção?"

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"_________________, nada que se possa dizer ou fazer anulará retalhos do tempo embebidos de dor e saudade... Silêncio, palavras, notas da vida não preenchem o vazio experimentado frente à definitiva travessia de quem amamos: você que - pelos sublimes elos do amor maior – ocupa lugar cativo em nossos corações. No entanto, conforta-nos saber, este mesmo vácuo - com o passar das horas insípidas – abrirá clareira à significativas travessias esboçadas nas pautas do nosso viver. A morte é porta... AMOR, LIÇÕES e SAUDADE, sempre! P.S. A morte é condição para que possamos realizar novas e significativas travessias a cada amanhecer que desponta dentro de nós... Para mim, ela tem um significado especial: é porta do irreal ao real; da escuridão à luz; do trivial ao essencial; da "morte" à imortalidade... Assim, uma vida que desconhece o vácuo oriundo das sucessivas mortes experienciadas em alto mar é incapaz de vislumbrar a magnitude do porto que a aguarda."

"Marcas... Pausa, ausência, silenciosa presença... Como denominar esse vazio impresso nas páginas insossas - outrora - vividas? Pensando bem... Que peso tem isso agora, se as marcas diluídas nos retalhos do tempo que passa não passam jamais? Ah, são tantas... Indeléveis e silenciosas, pontuando momentos tão meus - retalhos nos quais eu evoluí sob a égide do teu intermitente s i l ê n c i o."

"Silencio meu coração para melhor ouvir-te... Palavras que tocam não podem ficar guardadas nas gavetas empoeiradas do tempo."

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