"Um acidente de percurso invade a sensibilidade corrosiva, trajeto que somente os corajosos conseguem galgar - terra de ninguém - sem nome, apenas reage aos sentidos - explosão! Bum! A ira misturada com a malícia, desejos secretos e proibidos, transbordam do emocional. Rasgo as roupas, sentindo o prazer que não se limita, ouvindo o ranger dos fios se soltarem - desapego! Desgarrados a fórceps, ouvindo a dor, sentindo o vazio que há... Fio que junta ou separa - onde está a minha dose de salvação para não morrer de saudade? A ausência que apenas se traduz ou sinonimiza com a falta - falta de quê? - Falta de viver! Viver sentindo! - a raiva; a temperatura da água... O amor. Sentir é a expansão do que consigo descobrir quando me distraio do ego."
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Ver todas"O conhecimento em conchavo com a comunicação fará com que a vida desperte todos os dias com o desejo de respirar. Se o for, pelo o saber do mal alastrado por entre os microfones e holofotes da vida, este terá o domínio certeiro, pronto para arrastar pelos cabelos aquele que não foi fiel aos seus sentidos – visão e audição... E não soube usar a seu favor, o que de mais sagrado existe entre os homens – princípios."
"Para quem gosta de voar, certamente sentiria-se em casa, abriria os braços e se perceberia no espaço; sem certezas e definições, exclusividade ao status emergente que aprecia por pessoas, sentimentos e situações inusitadas nos topos do sucesso, novidades para quem busca conhecimento diário por tendências interessantes e diversificadas."
"Abro a janela, minha vitrine do mundo; uma gaiola de vidro que me faz ver tudo, exatamente como se traduz o pulso da vida, porém, de modo reverso, de lá, visto de cá; de cá, vendo e sentindo de lá... a vida metódica passando do mesmo modo - todos os dias o sol nasce; todos os dias as pessoas andam pelas ruas... Todos os dias vejo a mesma cena!"
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