"Sagaz era meu desejo ver-te em belas vestes e ao despir-te vasculhando cada parte de ti dando evasão aos mais intrepidos anseios onde olhos cultuam-se veementemente os lábios tocam-se os corpos em uma voluptuosidade em um dualismo carnal/moral mas desprovidos de tabus rendemo-nos delatando nosso amor uma ardente paixão em meio ao tempo e ao vento registrando tudo em res cogito res externa.... Carolzita Publicado no Recanto das Letras em 05/03/2007 Código do texto: T402324"
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Ver todas"Viver, algo inusitado e paliativo ao mesmo tempo, tento por vezes que sucumbir o desejo de estar em harmonia, ver e querer, mas não poder, ter e não desejar, uma dicotomia, que deixa nos a ver os pedúnculos nefastos de uma forma de estar em meio a vontade, o desejo, o delírio e a posse.... Olhos ao tempo, realidade imiscível, possibilidade disléxica, astuta mas amedrontada pela sagacidade de um tempo remoto e efêmero, que não visiona ao longe e não leva em conta causa e consequência, de facto quando damos algo por adquirido, deixamos de sentir nos aptos a conquistar, dai dissipam os interesses, in locu, cogito ergo sun, mas Descartes naquele tempo já parecia perceber as relacões de coexistência, ah como quis fazer te feliz... Como enganei me, quis dar minha alma e meu coração, mas o tempo mostrou me que a hora era imprópria e de facto o acto era sublime para aquele momento, bem como se diz, os sonhos eram belos e grandiosos, mas as pessoas pequenas demais, ou nos é que realmente esperamos mais do que os outros nos podem dar, porque será??? onde valorizamos tanto... Sabendo bem a diferença entre a missão e os valores, pois missão amar, valor amor, sentir... Caminhos a percorrer sempre, infelizmente ou felizmente não podemos parar, é um cair e levantar, embarques e desembarques, alegrias e tristezas, sorrisos e lágrimas, mas isto é a vida, em substância, em verdade... Mas perdeste me ... E ganhaste bases, mudanças, análises e eu um aprendizado acompanhado por um amor avassalador.... Carolzita Publicado no Recanto das Letras em 17/08/2007 Código do texto: T611145"
"Vejo te ao longe devaneios e delírios num surpreender contraditório a certeza incerta na profundeza da superficialidade sem caracter, desprovida de valores na presença ausente, assim encontro me encurralada por muros ilusórios destino ao vento mas subtamente ávida a maravilhar o nebuloso tempo da despedida espantada por tamanho silêncio em meio a vozes caladas ou murmurantes louca, em meras palavras alienação mental com modificação profunda da personalidade que personalidade??? entre ir e vir extravagante nas abordagem entregas sublimes, depois silêncio, uma atitude de taciturnidade nem explicações... mas não quero explicações factos e actos eram necessários uma palavra um sim ou um não pois o talvez é mero acaso apesar de estar em meio a multidão encontro me em lugar ermo... angústia, aflição sentimentos a borbulhar sou sol e tu és a lua um encontro impossível na possibilidade de querer... pois atitude não depende de um lado mas do todo, acção mútua... Carolzita Publicado no Recanto das Letras em 17/05/2007 Código do texto: T490072"
"Peço em oração agradecimento pelos frutos que começam a aparecer em meio ao grande bosque que pertenço... Obg Senhor pela minha familia, pelos meus filhos, pela força que adentra pelas minha veias e caminhando pelo meu corpo e fazendo com que os dias possam ser nada mais que uma grande aprendizagem... Amo tds vcs Carolzinha Como prenda Ulisses fala pelas palavras de Fernando Pessoa, a pessoa dos vocábulos que encanta, sempre, mesmo escrito em 24 de Setembro de 1928, ironia não? Nossos castelos são nossos, e aos olhos dos outros podem ser fortes ou fracos, podem ser oportunidades e ou ameaças, como diz a teoria da relatividade, de Albert Einstein, existem muitas explicações plausíveis, independendo do do tempo e do espaço, mas também Rene Descartes contribuiu quando simplesmente explicou nos que o todo é dividido em partes, e devemos entender cada parte especificamente, e depois observá-la em meio ao todo, algumas diferenças, que assimiladas quando da devida junção, formam o todo, bem o complexo tem o devido sabor de desafio... II Os Castelos Primeiro Ulisses O mito é o nada que é tudo. O mesmo sol que abre os céus É um mito brilhante e mudo - O corpo morto de Deus, Vivo e desnudo. Este, que aqui aportou, Foi por não ser existindo. Sem existir nos bastou. Por não ter vindo foi vindo E nos criou. Assim a lenda se escorre A entrar na realidade, E a fecundá-la decorre. Em baixo, a vida, metade De nada, morre."
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