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"Cada um recebe de acordo com o que dá. Se você der ódios e indiferenças, há de recebê-los de volta. Mas se der atenção e carinho, há de ver-se cercado de afeto e amor. Ninguém se aproxima do espinheiro, por causa dos espinhos, nem do lodo, porque suja. Mas todos apreciam permanecer perto das flores, que espalham beleza e perfume."

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"Eu sou ateu sim! mas tenho bom coração, a maior estupidez do ser humano é tentar amar e crer em algo que jamais viu em suas vidas, do que adianta ser cristão e não ter sentimentos abusando e aprontando com sua própria especie e semelhantes. Seja Livre da Alienação tenha opinião própria ou siga o homenzinho invisível com sua desigualdade regras e te proibindo de ser feliz."

"Feliz aniversário... Oi, menina lindona! Que felicidade ter você em meu coração apesar da distância; e o amor é assim: tê-lo, ainda que distante, distribuí-lo sem olhar a quem, às pessoas que estão próximas e, assim, a dor se torna amena referente àquelas que se foram, e que marcaram nossas vidas. E nós agradeceremos os momentos que foram bons, e nos tornaremos cada vez mais vibrantes perante a Vida. Festejaremos com muita Luz e Sabedoria o nosso trajeto diante do Mundo. Portanto, querida, felicidades mil... ontem, hoje, e sempre garota, mãe, mulher e sábia; cumprindo a grande missão que o criador nos deixou, que é o da multiplicação, tão jovem ainda. Grandiosas comemorações familiares, querida. Feliz aniversário!"

"No parquinho, ela estava muito feliz, no balanço. Era a coisa mais divertida a se fazer. Poucos conseguiam ficar no balanço vermelho por muito tempo. Ele era o mais bonito e mais cobiçado. O balanço vermelho era dela. E ela tinha orgulho de parecer tão bonita enquanto ventava, e enquanto todas as crianaças a admiravam por sempre conseguir sentar no balanço vermelho. Um dia, ela foi se sentar como sempre no seu balanço vermelho. Se sentiu incomodada, não conseguiu sentar como antes, nem dar um impulso muito grande. Se sentiu desconfortável no balanço. Mas não abriria mão do balanço vermelho assim tão fácil. Ele e ela combinavam tanto... Mais alguns dias, e ela tentou sentar novamente no balanço, e dessa vez ela percebeu de verdade o que tinha acontecido... ela não cabia mais no balanço.Não adiantava insistir. Ainda tentou ficar em pé nele, num ato de desespero... mas percebeu que o estava machucando, e decidiu descer. Foi chorando pra casa. Mas as dor inesquecível mesmo foi quando no dia seguinte viu uma menina, pequena e magra, com os cabelos ao vento, sorridente no balanço vermelho. Aí ela não chorou, apenas decidiu que chegara a hora de abandonar o parquinho."

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