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"Meu corpo na alcova se distende Meus braços são garças no ar, Há no ambiente um perfume Vindo do cio feminino. Náufrago no mar do meu ventre Elevas parte da tua anatomia, Deslizando pelas minhas pernas Ouço os uivos do teu corpo. No pescoço, arrepiado e quente, Sinto a faca dos teus dentes E dos meus lábios saem palavras Que são nanos sondas cibernéticas Enviando mensagens de fora para dentro Em forma de energia que gera vida Que faz pulsar forte o teu coração Marionete que minha mão controla Com os finíssimos fios do prazer Ao ondular as ancas e os seios Num êxtase que só acontece Quando dois se fazem um."

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