"Homens convictos são prisioneiros."
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Ver todas"" - Cá estais vós, amigos! - Ah, todavia não sou eu, Quem queríeis vós? Hesitais, pasmai - ai, melhor seria se sentísseis rancor! Eu - não sou mais eu? Estão diferentes a mão, o andar, o Eis rosto? E o que eu sou, não sou mais - para vós amigos? Vós ireis? - Ó coração, tu suportaste bem, Forte ficou a tua esperança: Mantém tuas portas abertas a novos amigos! Deixa os velhos! Deixa a recordação! Se já foste jovem, agora - és jovem de um modo melhor! Ó saudade da juventude que não compreendeu a si mesma! Aqueles por quem eu aguardava, Que eu julgava transformados tal como eu, O fato de terem envelhecido afastou-os: Só o que se transforma continua meu amigo. Ó meio-dia da vida! Segunda juventude! Ó jardim de verão! Inquieta ventura no estar perscrutando e esperando! Espero os amigos, noite e dia disposto, Os novos amigos! Vinde! É tempo! É tempo! ""
"Da escola de guerra da vida — O que não me mata me fortalece."
"Deus está morto! Deus permanece morto! E quem o matou fomos nós! Como haveremos de nos consolar, nós os algozes dos algozes? O que o mundo possuiu, até agora, de mais sagrado e mais poderoso sucumbiu exangue aos golpes das nossas lâminas. Quem nos limpará desse sangue? Qual a água que nos lavará? Que solenidades de desagravo, que jogos sagrados haveremos de inventar? A grandiosidade deste acto não será demasiada para nós? Não teremos de nos tornar nós próprios deuses, para parecermos apenas dignos dele? Nunca existiu acto mais grandioso, e, quem quer que nasça depois de nós, passará a fazer parte, mercê deste acto, de uma história superior a toda a história até hoje!"
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