"Ninguém sabe o que se passa dentro de ninguém, somos muralhas uns para os outros."
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Ver todas"Embora Mazília estivesse viva, a sua lembrança lhe chegava como lembrança de gente morta, como a neblina da mãe longíqua. Como se tivesse morrido e não voltasse nunca mais. Ou se voltasse, ai sim ela via medo, seria uma pessoa inteiramente diversa."
"Nada parecia mudar e tudo mudava para ela, sem que pudesse perceber. [...]Ela se acostumava com aquela vida que seria agora sempre a sua vida."
"Sozinha no quarto era quando se sentia mesmo miserável. E ruminava a sua dor, se repetia, o grande ressentimento que afundava dentro dela."
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