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"Infinito deserto povoado Neste infinito deserto povoado, me encontro perdido, me sinto como um grão de areia no deserto. O quem sabe como um peixe fora d’água, a saudade me atormenta porem como uma vela que nunca se apaga, queima e arde dentro de mim. Tento fugir procurando amigos. Enturmando com pessoas que às vezes não tem nada a ver comigo. E é por isso que me encontro onde estou agora, em um infinito deserto povoado. A única sorte agora é te encontrado você, que unicamente consegue me fazer sobre voar o infinito, porém não mais deserto, por causa da sua companhia. O seu olhar me faz lembrar, lindas noites, momentos maravilhosos, coisas aproveitadas pelo presente sem ser lembrar-se do passado. Ou conseqüência do futuro, apesar de tudo passando, já passou! Vivo o presente porque não sei se o futuro vira deste infinito povoado. Que serei o povo do seu deserto. Hélio Pereira Banhos"

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"Eu me sinto Alegre, Pela alegria de ter você"

"Saudade _Saudade, saudade, saudade! É um sentimento que vem sempre com uma gota de lágrima. _Saudade, saudade, saudade! É o que eu sinto todos os dias. Eu passo nas avenidas, ruas, becos e vielas a onde você Eu passava juntos, Eu recordo você preenchendo cada espaço, mais não tenho mais você pertinho de mim. Eu poderia medir todos os sentimentos dos espaços que nos dois ocupamos, mas isso não ia trazer você para perto de mim, só ia aumentar a minha dor, saudade, e a minha angustia. _ Saudade, saudade, saudade! Chora um coração te tanto amar. Eu não sei que fico alegre ao lembrar os bons momentos que estávamos juntos, ou fico triste por sentir que estou te perdendo, ou mesmo por não estamos junto mais. Você partiu deixando para trás um coração morrendo de amor por você. - Saudade, saudade, saudade! A minha felicidade veio como sonhos se perdendo no amanhecer, ao acordar para o novo dia. Você veio numa escalada longínqua, num toque de mágica me sentir a pessoa mais feliz do mundo, para mim seria para sempre, foi uma promessa sem consultar o destino. Mais muitas da vez o destino nos pega uma peça, e você foram se embora deixando para trás muitas saudades, alguém chorando por você, como um sonho ao se acorda acaba tudo. _Saudade, saudade, saudade! Onde andaras você, o que se passa no teu coração, Você marcou tanto em tão pouco tempo, que me deixou saudades e muitas recordações. Você me completa e me faz muito feliz, estou me sentindo como um peixe fará d’água, procuro resposta para isso, sei também que as resposta esta no vento. A gora só resta este vazio deixado por você na minha alma. _Saudade, saudade, saudade! É o que eu sinto ao recorda você. Hélio pereira Banhos 16/09/2008;"

"Recordação Estou no parque Fernão Dias, já fazia tempo que eu não o visitava. Fui eu chegando à portaria que eu comecei a recorda os bons momentos que eu tinha passado no parque. Recordei todos os momentos bonitos que passei lá, fiquei muito feliz, aqui estou novamente para recorda aqueles momentos felizes que passei no parque Fernão Dias. Andei mais para frente e cheguei às duchas, ali contemplei a beleza ainda estavam como eu deixei àquela época as pessoas felizes tomando banho, crianças mulheres e homens todos nos mesmos embalos no mesmo prazer. Cheguei até nas quadras elas estavam desertas, parecia que foi abandonada, eu não olhei para as quadras com o olho do presente, sim com o olho do passado e pude ver como ela estava cheia, e pude-me ver disputando um torneio, mais eram uma guerra porque ninguém queria perde mais sempre vencia o melhor. Andei mais um pouco e cheguei até na velha ponte de madeira, me trouxe ainda mais recordação a velha ponte de madeira. Ali comecei a lembrar, sempre que agente ia embora tinha que da uma longa parada na ponte, para descansarmos um pouco, ali retomávamos o fôlego então seguíamos a caminhada. Indo mais na frente parou no bar de baixo, ali escondia a maior lembrança do passado. Lembranças que eu deixarei oculto, mais com muita saudade deste momento. Então o dia foi acabando e eu fui retornando para a portaria de saída, então voltei para casa. Até a próxima! Sábado 21 de fevereiro de 1987. Hélio Pereira Banhos"

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