"Tire suas mãos de mim Eu não pertenço a você. Não é me dominando assim Que você vai me entender. Eu posso estar sozinho, Mas eu sei muito bem aonde estou. Você pode até duvidar. Acho que isso não é amor."
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Ver todas"Andrea Doria Às vezes parecia Que, de tanto acreditar Em tudo que achávamos tão certo Teríamos o mundo inteiro e até um pouco mais Faríamos floresta do deserto E diamantes de pedaços de vidro Mas percebo agora Que o teu sorriso Vem diferente Quase parecendo te ferir Não queria te ver assim Quero a tua força como era antes. O que tens é só teu E de nada vale fugir E não sentir mais nada Às vezes parecia Que era só improvisar E o mundo então seria um livro aberto Até chegar o dia em que tentamos ter demais Vendendo fácil o que não tinha preço Eu sei, é tudo sem sentido Quero ter alguém com quem conversar Alguém que depois Não use o que eu disse Contra mim Nada mais vai me ferir É que já me acostumei Com a estrada errada que eu segui E com a minha própria lei Tenho o que ficou E tenho sorte até demais Como eu sei que tens também."
"Não sou escravo de ninguém Ninguém é senhor do meu domínio Sei o que devo defender E por valor eu tenho E temo o que agora se desfaz Viajamos sete léguas Por entre abismos e florestas Por Deus nunca me vi tão só É a própria fé o que destrói Estes são dias desleais Eu sou metal Raio, relâmpago e trovão Eu sou metal Eu sou o ouro em seu brasão Eu sou metal Sabe-me o sopro do dragão Reconheço meu pesar Quando tudo é traição O que venho encontrar É a virtude em outras mãos. Minha terra é a terra que é minha E sempre será Minha terra Tem a lua, tem estrelas E sempre terá Quase acreditei na tua promessa E o que vejo é fome e destruição Perdi a minha sela e a minha espada Perdi o meu castelo e minha princesa Quase acreditei, quase acreditei E, por honra, se existir verdade Existem os tolos e existe o ladrão E há quem se alimente do que é roubo. Mas vou guardar o meu tesouro Caso você esteja mentindo. Olha o sopro do dragão É a verdade o que assombra O descaso que condena A estupidez o que destrói Eu vejo tudo que se foi E o que não existe mais Tenho os sentidos já dormentes O corpo quer, a alma entende Esta é a terra-de-ninguém Sei que devo resistir Eu quero a espada em minhas mãos Eu sou metal - raio, relâmpago e trovão Eu sou metal: eu sou o ouro em seu brasão Eu sou metal: me sabe o sopro do dragão Não me entrego sem lutar Tenho ainda coração Não aprendi a me render Que caia o inimigo então Tudo passa Tudo passará E nossa história Não estará Pelo avesso assim Sem final feliz Teremos coisas bonitas pra contar E até lá Vamos viver Temos muito ainda por fazer Não olhe pra trás Apenas começamos O mundo começa agora, ahh! Apenas começamos."
"Dos nossos planos é o que tenho mais saudade, quando olhavámos juntos na mesma direção…Aonde está você agora, além de aqui, dentro de mim?"
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