"Sou tua vontade expelida Pelos poros pelas entranhas Devassando sua vida Fazendo-te ser menina, mulher fatal, Sem ternuras, sem frescuras Levando-te a loucura sem conter A ousadia que de ti ninguém possui Mas em mim se dilui. Sou tua febre sou teu cio Que exala pela boca a vontade Que provoco em teu corpo arrepios Dos desejos mais ousados por você Experimentados de mim profanados. Sou a papoula do seu jardim Santificado da essência dos delírios Que dá vida afrodisíaca em ti."
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