Voltar para o início

"Como entender? Tantas coisas foram ditas Hoje meu coração tão ferido está... Não sei mais o que fazer Fugir ou ficar? Por que esse medo toma conta de mim E sempre me faz voltar... Pra aquele maldito ponto inicial Destruindo tudo que havia construído Querem que eu reveja meus valores Mais quando o mundo vai me ajudar A ajustar meus valores Se toda vez que eu mudo ele muda junto? Quero achar a saída Mais sempre me perco no meu do caminho Esse labirinto chamado vida Só me faz sentir mais frio, Sentir-me mais só Chego em um momento Que eu nem sei mais o que Quero...lamento por ser esse tormento Apenas mais uma tempestade de verão Assim mudaremos de estação!"

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"Estranho o jeito dela olhar... Tudo parecia estar tão bem... Como pode tudo em 1 minuto desabar... Uma vez ela disse pra sempre Mas, mal sabia que o pra sempre sempre acaba... A esperança tinha dado adeus, e suspirando se foi... Talvez o amor nunca existiu, ela pensou... Estranho jeito dela... Tudo parecia tão bem... Divida em dois, uma garota repartida Entre o sorriso e a lágrima... Ela segue sozinha por entre as estradas Ela não fala nada... Palavras vazias, sentimentos cruéis não ela não quer morrer sozinha Ela só queria saber o porquê sempre acontece. Ela agüenta calada... Perguntas ficam espalhadas entre as coisas que ela escreve... Em seus pensamentos, um amor desenhado... Ela sabe que o amor foi embora suspirando: um até mais... Procurando certas respostas, pras mesmas perguntas Ela só não quer perder tudo Outra vez..."

"Estranho o jeito dela olhar... Tudo parecia estar tão bem... Como pode tudo em 1 minuto desabar... Uma vez ela disse pra sempre Mas, mal sabia que o pra sempre sempre acaba... A esperança tinha dado adeus, e suspirando se foi... Talvez o amor nunca existiu, ela pensou... Estranho jeito dela... Tudo parecia tão bem... Divida em dois, uma garota repartida Entre o sorriso e a lágrima... Ela segue sozinha por entre as estradas Ela não fala nada... Palavras vazias, sentimentos cruéis não ela não quer morrer sozinha Ela só queria saber o porquê sempre acontece. Ela agüenta calada... Perguntas ficam espalhadas entre as coisas que ela escreve... Em seus pensamentos, um amor desenhado... Ela sabe que o amor foi embora suspirando: um até mais... Procurando certas respostas, pras mesmas perguntas Ela só não quer perder tudo Outra vez..."

"Tenho medo de ouvir as tuas ultimas Palavras sobre esse tal assunto Por que no fundo sempre Queremos as mesmas coisas Mesmos ideais com jeito Diferente de pensar Cada uma sempre tão independente E no fim tão dependente um do outro Era então uma noite fria Sem estrelas no céu Era eu era você Mesmas idéias Mas hoje sem nada pra conversar Não saberei o que te responder Quando você me perguntar Seja o que for não saberei responder Por que naquela noite fria eu precisei de você E você não estava Nem ao vivo muito menos em pensamento Você não se fez presente Era sim o que falávamos que jamais chegaria É sim o que chamávamos de impossível É assim o fim?!"

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