"BARBIE Conheci uma Barbie em tamanho natural, Que, de tão bonita, superava e ofuscava a original. Sim, conheci uma Barbie que tinha o olhar penetrante. Era impossível aos comuns não admirá-la, de forma, estonteante. Ela era uma mistura equilibrada da deusa grega Afrodite; Com a candura quase angelical da Lady Diana, acredite! Também tinha a sensualidade da Madona, sem qualquer vulgarice. Por onde ela passava impactava uma legião de admiradores. Mesclava aspectos díspares e enaltecedores. Aquela mulher tinha uma beleza peculiar e nada universal. Sua nobreza não significava a soberba do trivial. Sua infinita e refinada inteligência não vinha acompanhada de arrogância. Suas palavras suaves, claras e precisas, acalmavam as mais pertubadas almas e mentes indecisas. Ela era assim, simplesmente, arrasadora; Sóbria, introspectiva, avassaladora!"
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