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"É difícil viver um momento sabendo que o amanhã já não tem nada a ver, mas é muito mais difícil não viver esse momento e ficar imaginando como teria sido se tivesse acontecido!"

"Quando alguém morre, levamos certo tempo, sem entender, sem acreditar. Leva tempo para acontecer dentro de nós, a gente leva um tempo dizendo ‘eu não acredito’. Você fica o tempo todo ruminando aquele acontecimento, porque a vida leva tempo para acontecer dentro de nós. Nós levamos tempo para organizar o luto, levamos tempo para descobrir que aquela pessoa não faz mais parte da nossa vida mesmo. E a gente começar a recolher no espaço que era dele e nosso também, as coisas que ficaram. Você abre uma gaveta, e coisas pequenas, bobas, um bilhetinho, que antes não teria valor nenhum, mas porque ele foi embora, foi revestido por uma sacralidade que dinheiro no mundo que pague aquele bilhete. Ai se alguém fizer uma limpeza nas nossas gavetas e começar jogar fora o que pra nós é sacramental, porque é um jeito que a gente tem de fazer o outro sobreviver. Eu comecei a entender e ajuntar com as várias oportunidades que Deus me deu"

"Decifra-me Não venha me falar de razão, Não me cobre lógica, Não me peça coerência, Eu sou pura emoção. Tenho razões e motivações próprias, Sou movido por paixão, Essa é minha religião e minha ciência. Não meça meus sentimentos, Nem tente compará-los a nada, Deles sei eu, Eu e meus fantasmas, Eu e meus medos, Eu e minha alma. Sua incerteza me fere, Mas não me mata. Suas dúvidas me açoitam, Mas não deixam cicatrizes. Não me fale de nuvens, Eu sou Sol e Lua, Não conte as poças, Eu sou mar, Profundo, intenso, passional. Não exija prazos e datas, Eu sou eterno e atemporal. Não imponha condições, Eu sou absolutamente incondicional. Não espere explicações, Não as tenho, apenas aconteço, Sem hora, local ou ordem. Vivo em cada molécula, Sou o todo e sou uno, Você não me vê, Mas me sente. Estou tanto na sua solidão, Quanto no meu sorriso. Vive-se por mim, Morre-se por mim, Sobrevive-se sem mim. Eu sou começo e fim, E todo o meio. Sou seu objetivo, Sua razão que a razão Ignora e desconhece. Tenho milhões de definições, Todas certas, Todas imperfeitas, Todas lógicas apenas Em motivações pessoais, Todas corretas, Todas erradas. Sou tudo, Sem mim, tudo é nada. Sou amanhecer, Sou Fênix, Renasço das cinzas, Sei quando tenho que morrer, Sei que sempre irei renascer. Mudo protagonista, Nunca a história. Mudo de cenário, Mas não de roteiro. Sou música, Ecôo, reverbero, sacudo. Sou fogo, Queimo, destruo, incinero. Sou água, Afogo, inundo, invado. Sou tempo, Sem medidas, sem marcações. Sou clima, Proporcional a minha fase. Sou vento, Arrasto, balanço, carrego. Sou furacão, Destruo, devasto, arraso. Mas sou tijolo, Construo, recomeço... Sou cada estação, No seu apogeu e glória. Sou seu problema E sua solução. Sou seu veneno E seu antídoto Sou sua memória E seu esquecimento. Eu sou seu reino, seu altar E seu trono. Sou sua prisão, Sou seu abandono e Sou sua liberdade. Sua luz, Sua escuridão E seu desejo de ambas, Velo seu sono... Poderia continuar me descrevendo Mas já te dei uma idéia do que sou. Muito prazer, tenho vários nomes, Mas aqui, na sua terra, Chamam-me de AMOR."

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