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"Soneto de Exatidão Eu serei a que mais ouve do que fala, No meu olho, não verás nem mais um cisco. Do que guardo? ... Tenho eu chave da mala. O que falas? ... Corre apenas por teu risco. Quero ver-me e ver-te do tamanho exato, Nem tu comandante, nem eu comandada. Meu espaço hei de manter, e isto é fato, Minhas asas não serão por ti cortadas ! Compreendo o porquê me controlaste, E o poder que exerceste sem critério, Me retendo qual se eu fora teu fantoche. Eu relevo os teus enganos e contrastes, O teu medo implodido e tão sério, De tornar-se tão somente o meu deboche."

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"Solidão Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência. Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos... isto é equilíbrio. Tampouco é a pausa involuntária que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza. Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isto é circunstância. Solidão é muito mais que isto... Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa Alma! (Página 79 do Livro Palavras Para Entorpecer o Coração)"

"Solidão Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência. Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos... isto é equilíbrio. Tampouco é a pausa involuntária que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza. Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isto é circunstância. Solidão é muito mais que isto... Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa Alma! (Página 79 do Livro Palavras Para Entorpecer o Coração)"

"Soneto de Exatidão Eu serei a que mais ouve do que fala, No meu olho, não verás nem mais um cisco. Do que guardo? ... Tenho eu chave da mala. O que falas? ... Corre apenas por teu risco. Quero ver-me e ver-te do tamanho exato, Nem tu comandante, nem eu comandada. Meu espaço hei de manter, e isto é fato, Minhas asas não serão por ti cortadas ! Compreendo o porquê me controlaste, E o poder que exerceste sem critério, Me retendo qual se eu fora teu fantoche. Eu relevo os teus enganos e contrastes, O teu medo implodido e tão sério, De tornar-se tão somente o meu deboche."

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