"“Ansiedade” Minhas mãos úmidas Alerta a seca dentro de min Alerta o que não veio Desperta o que esta por vir O estomago murcho Procura soprar o incapaz Procura inspirar algo mas Algo como um trevo ou uma sorte qualquer Que escute uma pequena surdes ou que me traga a paz mais uma vez."
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Ver todas"“Atalho” Na segunda quadra Tropeçou em seu cadarço Lembrou de quando esteve sozinho dentro de sua mente Como as uvas quando viram passas escolhidas manualmente Na primeira quadra Caiu Sentindo-se como uma rolha quando é consumida pelo vinho Sentindo o cheiro azedo do próprio caminho Na terceira quadra Andou seguro Mais queria o doce, o vôo Continuava pequeno ao enjôo Ralou tempo Picou fé Moeu a má maré Voltou às quadras Encontrando o cheiro do mel Voando com as mariposas no céu."
"“Reloj” Cada ponteiro, segundo que passei... Sentirei mais falta do que faltei Sentirei mais falta do que não pensei Mas se eu inverto o ponteiro das minhas faltas E fizesse com que minhas faltas não fossem faltas Não sentiria o aroma do prazer Não sentiria os ruídos do tempo Não sentiria as texturas do vento Não sentiria o que senti um dia... Um musgo brotando em meus poros para nascerem algumas palavras do meu coração."
"“Noitinha” A luz da lua fina filtrou O que o sol não escovou Restinhos de sons que ficaram Em um clima vesgo e triste Fechei meus olhos naquela noite Abri minhas mãos ao sereno noturno Ergui meus braços solitários Fiquei em pé na areinha branca Respirando fundo o horizonte Inalando alguns hibiscos Junto com o velho pólen de amor Enquanto o vento me buscava e a terra me observava."
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