"Dei conselhos a ele, disse que admitia que cada um fizesse o que bem entendesse, mas que devia-se resguardar um limite de decência, de respeito pelo outro e por si próprio, que se deve ter uma diretriz na vida, senão fica tudo vazio, sem sentido."
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Ver todas"'Te surpreenderás pensando algo como “estou contente outra vez”. Ou simplesmente “continuo”, porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como “sempre” ou “nunca”. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituímos expressões fatais como “não resistirei” por outras mais mansas, como “sei que vai passar''."
"Então a suspeita bruta: não suportamos aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós."
"- Plâncton, ele disse, é um bicho que brilha quando faz amor. E brilhamos."
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