"DOBRE Peguei no meu coração E pu-lo na minha mão Olhei-o como quem olha Grãos de areia ou uma folha. Olhei-o pávido e absorto Como quem sabe estar morto; Com a alma só comovida Do sonho e pouco da vida. Fernando Pessoa, 1913"
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Ver todas"Sentir tudo de todas as maneiras, Viver tudo de todos os lados, Ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo, Realizar em si toda a humanidade de todos os momentos Num só momento difuso, profuso, completo e longínquo."
"Não só quem nos odeia ou nos inveja Nos limita e oprime; quem nos ama Não menos nos limita. Que os deuses me concedam que, despido De afetos, tenh a fria liberdade Dos píncaros sem nada. Quem quer pouco, tem tudo; quem quer nada É livre; quem não tem, e não deseja, Homem, é igual aos deuses."
"Eu não sei senão amar-te, Nasci para te querer. Ó quem me dera beijar-te, E beijar-te até morrer."
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