"Bom Dia! Eu espero que você tenha um belo amanhecer. E que, amanhecendo, você desperte sorrindo... E que, sorrindo, você siga o seu caminho. A sua jornada de trabalho. Contagiando todos a sua volta... Que seu anjo da guarda sempre lhe acompanhe. E faça sua luz ser mais brilhante... Quero que a sua saúde, em momento algum... Te deixe na mão... Nem um mal estar, nem um nada, pode atrapalhar o seu BOM DIA... Espero, por fim, que, ao fim do dia. Antes do seu repouso. Você ainda tenha ânimo para ler. Toda essa mensagem de novo... Porque eu lhe desejo um bom dia. Amanhã, depois, e sempre!!!"
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Ver todas"VOCÊ SABE AMAR? Eu estou aprendendo. Estou aprendendo a aceitar as pessoas mesmo quando elas desapontam, quando fogem do ideal que tenho para elas, quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas. Não é difícil aceitar as pessoas assim como elas são, não como eu desejo que elas sejam, mas como elas são! É difícil, muito difícil, mas estou aprendendo. Estou aprendendo a amar. Estou aprendendo a escutar, escutar com olhos e ouvidos, escutar com a alma e com todos os sentidos. Escutar o que diz o coração, o que dizem os ombros caídos, os olhos, as mãos irrequietas. Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras corriqueiras, superficiais; Descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta. Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada, a vangloria exagerada. Descobrir a dor de cada coração. Estou aprendendo a perdoar pois o amor perdoa, lança fora as mágoas, e apaga cicatrizes que a incompreensão e insensibilidade gravam no coração ferido. O amor não alimenta mágoas com pensamentos dolorosos. Não cultiva ofensas com lástimas e autocomiseração. O amor perdoa, esquece. Extingue todos os traços de dor no coração. Passo a passo, estou aprendendo a perdoar, amar. Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra dentro de cada vida, de todas as vidas, valor soterrado pela rejeição, pela falta de compreensão, carinho e aceitação, pelas experiências duras vividas ao longo dos anos. Estou aprendendo a ver nas pessoas a sua alma, e as possibilidades que Deus lhes deu. Estou aprendendo, mas como é longa a aprendizagem! Como é difícil amar, amar como Cristo amou! Todavia tropeçando... Aprendendo a pôr de lado as minhas próprias dores. Meus interesses, minha ambição, meu orgulho quando estes impedem o bem estar e a felicidade de alguém. Como é duro amar!!!"
"Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era uma vida ótima, própria para alguém que não desejava ter patrão. O que eu não percebi, é que aquela vida era também um ministério. Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se, muitas vezes, um confessionário. Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos, e contavam episódios de suas vidas: suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar. Mas nenhuma me tocou mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite: era Agosto. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade. Quando eu cheguei às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora. A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta. "Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda" - eu pensei. Assim fui até a porta e bati. "Um minuto!" - respondeu uma voz débil e idosa. Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40. Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros. "O Sr. poderia colocar a minha mala no carro?" - ela pediu. Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, e ela ficou agradecendo minha ajuda. "Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros da melhor forma possível." - disse. "Oh!, você é um bom rapaz!" - disse ela, sorrindo. Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu: "O Sr. poderia ir pelo centro da cidade?" "Não é o trajeto mais curto..." - alertei-a prontamente. "Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos." Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando. "Eu não tenho mais família..." - continuou. "Meu médico diz que tenho pouco tempo..." Eu, disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei: "Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?" Nas duas horas seguintes, nós rodamos pela cidade. Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o marido tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente à um edifício ou esquina. Ficava, então, com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada. Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse, de repente: "Eu estou cansada. Vamos agora?" Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado. Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um pórtico. Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele parou. Eram muito amáveis e atentos, e observavam todos os movimentos dela. Eles deviam estar esperando-a. Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise para a porta. A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas, quando disse: "Quanto lhe devo?" - e já foi abrindo a bolsa para pagar. "Nada" - respondi. "Você tem que ganhar a vida, meu jovem..." "Há outros passageiros" - respondi. Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente. "Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada!" "Eu que agradeço." - respondi. Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada. Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida. Naquele dia não peguei mais passageiros. Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia respirar de emoção... Fiquei pensando se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno? E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora? Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida. A maioria das pessoas está condicionada a pensar que suas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos, e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância. As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse. Mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir. Pense nisso!"
"Pessoas são como elos... Elos que se entrelaçam pela força do destino, Elos que se definem pelo livre arbítrio... Pessoas formam histórias. Histórias de vida, com rumos pré destinados... Histórias de vida, de livre escolha dos próprios atos. O nosso eu acaba sendo formado de pessoas.... Pessoas que amamos, pessoas que odiamos, pessoas especiais ou insignificantes... A nossa história é formada de pessoas... Muitas delas ficam apenas um pouquinho conosco... Outras, uma eternidade de tempo físico... Outras ainda uma eternidade de tempo espiritual. Essas permanecem conosco mesmo depois que o elo físico se rompe... São personagens de relações eternas de amor! O rompimento doloroso só consegue provocar o afastamento da matéria; do espírito jamais... São essas pessoas que fundamentam o nosso alicerce de vida. Elas vão e ficam ao mesmo tempo. São pessoas que jamais nos deixam sós, pelo simples fato de morarem dentro de nossos corações... Elas são elos inquebráveis, que nos tornam capazes de sermos também elos em outras vidas... Elos de amizade... Elos de amor... Assim é a corrente da vida, onde as pessoas formam sempre elos... Sinto que vivemos uma nova era de relacionamento, feita também de elos... Elos virtuais... mas tão reais... Elos que nos marcam profundamente!"
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