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"Amar os próprios inimigos? Parece-me que se o tenha apreendido muito bem: percebemo-lo em mil circunstâncias, no pequeno e no grande; sim, quiçá bem melhor agora — chegamos a desprezar enquanto amamos, e precisamente quanto mais intensamente amamos: mas tudo isto inconscientemente, sem fazer caso, com o pudor e o segredo da bondade que gelam os lábios às palavras solenes e virtuosas"

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