"Não me arrependo Eu não me arrependo de você Cê não me devia maldizer assim Vi você crescer Fiz você crescer Vi cê me fazer crescer também Prá além de mim... Não, nada irá neste mundo Apagar o desenho que temos aqui Nem o maior dos seus erros Meus erros, remorsos O farão sumir... Vejo essas novas pessoas Que nós engendramos em nós E de nós Nada, nem que a gente morra Desmente o que agora Chega à minha voz Nada, nem que a gente morra Desmente o que agora Chega à minha voz..."
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Ver todas"A franja na encosta Cor de laranja Capim rosa chá O mel desses olhos luz Mel de cor ímpar O ouro ainda não bem verde da serra A prata do trem A lua e a estrela Anel de turquesa Os átomos todos dançam Madruga Reluz neblina Crianças cor de romã Entram no vagão O oliva da nuvem chumbo Ficando Pra trás da manhã E a seda azul do papel Que envolve a maçã As casas tão verde e rosa Que vão passando ao nos ver passar Os dois lados da janela E aquela num tom de azul Quase inexistente, azul que não há Azul que é pura memória de algum lugar Teu cabelo preto Explícito objeto Castanhos lábios Ou pra ser exato Lábios cor de açaí E aqui, trem das cores Sábios projetos: Tocar na central E o céu de um azul Celeste celestial"
"Não enche Me larga, não enche Você não entende nada E eu não vou te fazer entender... Me encara, de frente É que você nunca quis ver Não vai querer, nem vai ver Meu lado, meu jeito O que eu herdei de minha gente Eu nunca posso perder Me larga, não enche Me deixa viver, me deixa viver Me deixa viver, me deixa viver... Cuidado, oxente! Está no meu querer Poder fazer você desabar Do salto, nem tente Manter as coisas como estão Porque não dá, não vai dá... Quadrada! Demente! A melodia do meu samba Põe você no lugar Me larga, não enche Me deixa cantar, me deixa cantar Me deixa cantar, me deixa cantar... Eu vou Clarificar A minha voz Gritando Nada, mais de nós! Mando meu bando anunciar Vou me livrar de você... Harpia! Aranha! Sabedoria de rapina E de enredar, de enredar Perua! Piranha! Minha energia é que Mantém você suspensa no ar Prá rua! Se manda! Sai do meu sangue Sanguessuga Que só sabe sugar Pirata! Malandra! Me deixa gozar, me deixa gozar Me deixa gozar, me deixa gozar... Vagaba! Vampira! O velho esquema desmorona Desta vez prá valer Tarada! Mesquinha! Pensa que é a dona E eu lhe pergunto Quem lhe deu tanto axé? À-toa! Vadia! Começa uma outra história Aqui na luz deste dia "D" Na boa, na minha Eu vou viver dez Eu vou viver cem Eu vou vou viver mil Eu vou viver sem você... Eu vou viver sem você Na luz desse dia "D" Eu vou viver sem você"
"Tudo certo como dois e dois são cinco."
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