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"Eu parto com o ar – sacudo minha neve branca ao sol que foge Desfaço minha carne em redemoinhos de espuma, Entrego-me ao pó para crescer nas ervas que amo; Se queres ver-me novamente, procura-me sob teus pés. Dificilmente saberás quem sou ou o que significo; Não obstante serei para ti boa saúde E filtrarei e comporei teu sangue. E se não conseguires encontrar-me, não desanimes; O que não está numa parte está noutra Em algum lugar estarei à tua espera."

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