"A coisa mais linda... minha família! Minha vó, minha prima. Até minha tia que irrita… Barracos inesquecíveis! Abraços hereditários. Primos incríveis… Heróis imaginários. Programas de índio, até sessão da tarde. Banho de rio… e boteco da esquina. para pouca verba e muito verbo. Tudo combina... e vira tinta. Na cara de quem não se cansa, nem descansa. Só de pirraça. pra quem tem a raça.. de ser do carvalho!"
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Ver todas"Hoje não é dia. nem de dia é dia. porque pulou pra fora do calendário. e ninguém viu. o dia fugir ontem a noite. então eu fico comendo brigadeiro e vendo amélie poulain. dublado mesmo. porque isso não me chateia hoje. nem desgosto. de gosto.. só o do brigadeiro. outras vezes nem isso. As vezes é muito tempo. em câmera lenta. legendado. disfarçado. amaldiçoado. Tudo que eu cozinho queima. todos os dias meu café esfria. minha saudade mata. meu silêncio grita. minha gaita enferruja. meu travesseiro sonha. minha fome come. meu menino some. por trás do allstar verde. mas deixe. que tudo da cozinha se queime. que a geladeira fique aberta. que o dia fuja. pra onde não existam relógios. ainda tem brigadeiro. e amélie poulain."
"as flores que eu digo. de nada tem, dos ventos que me vêem a cabeça."
"Nunca sei ao certo. O que é certo, o que é discreto. O que é sensato. Sei o que quero! até quando não quero. ou até mudar de idéia. Não tenho razão, não tenho certeza. Nem anéis eu tenho. estou certa! e não sou discreta! por que as pessoas me irritam tanto?! eu fico tonta se penso. se não penso. não existo. nem fico tonta. Bebo café sem doce. escrevo sem nexo. Jogo baralho e falo palavrão. odeio sapatos e órdens. gosto de sorvete e do meu pai. Fico lendo. fico quieta, fico inquieta. fotografo o que se move. e o que nunca vai se mover. Esqueço do livro, da órdem, do progresso, da desordem. jogo baralho e falo palavrão."
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