"A estação se faz presente Mas no vai e vem estás ausente Deixando-me descontente Gente que não é gente... No olhar desesperado A procura do amado As lágrimas a rolar Não adianta esperar... O tempo se faz nublado A chuva cai...forma enchurrada Minha mente vazia...ja cansada Não quer mais pensar em nada... Paro...olho a multidão O vazio da imensidão Com o olhar já perdido É melhor fitar o chão... Essa busca desenfreada Que se prolonga até as madrugadas Resultou numa desvairada Vida de busca...sem levar a nada... Hoje estou insensível No brilho dos olhos trago a dor De quanto tempo procurei Por um verdadeiro amor..."
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