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"A natureza dos homens é a sua direção dentro da sua ignorancia, sentem-se fortes e outrora enfraquecidos por falta de humildade."

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"A esperança é uma deliciosa sina para quem sabe o que quer!"

"O amor que nem pensava existir!! Hoje não vou falar de mim, simplesmente vou expor o que está acontecendo com meu coração, ele é quem vai descrever-se, espero que seja modesto! Como serei eu a ponte desse sentimento em que ele se encontra, farei com que as lágrimas que escorram, venham ser como remédio para minha dor. Lembro como se viesse uma brisa de ventos calmos sobre minhas vestes, fazendo assim meu coração seguir o embalo dos meus sentimentos. Sem querer me ponho á chorar, nem sei mais quem sou eu, perdi todas as rédias do meu ser, estou me sentindo como que se fosse dominado por uma coisa impossível de ser vencida. Esse amor que eu não sabia que existia, está lançando longe do que fora realidade, sinto como se deixasse minhas emoções me levarem onde quer que se vá e me deixar na metade. Sentir sua pele, seu corpo e sua respiração, se tornou para mim meu maior desejo, e a tortura dos minutos que passam me deixam desesperar. Á quem pedir o que somente você pode me dar, como vou sair dessa prisão, se nem sei como consegui entrar, pior castigo é não poder voltar. Suspiros de paixão embalam um coração, mas a saudade dos poucos minutos sem você é a imensidão, como fugir desse castigo então? Acredito que amor assim eu nunca ví, nem sentí, mas como louco não peço para parar, vou até o fim, sentir o amor fluir como se matando dentro de mim. Ahh!! se todo amor fosse assim, estariam perdidos os começo, meio e fim, pois contra as coisas da vida nem sei sentir, mas tenho buscado isso á muitos pra mim. Seria o maior sonho que se pudesse alcançar, e nem com outros mil sonhos serias capaz de me achar, pois me encontro tão perdido, que de tão perdido eu te iria encontrar e não mais chorar. Choro do amor que na minha frente se deixa levar, como se sentirias em fazer seu amor sofrer no tanto que viesse a matar. Sim, morte no amor, mas morte sem dor, com amor, a dor é sempre a dor, dor da saudade do que já não se foi, ou ainda por vir está. Consegues ouvir meu sussurro?, não? pois eles estão em um tom tão absurdo que de surdo vem á me deixar, se sussurros de amor o coração se põe a gritar, nem amor os consegue calar. Seria melhor deixar ele bem caladinho, e como um passarinho, de saudade da liberdade viesse cantar, seria um canto de amor, um amor bem sofridinho, um amor por quem muito longe está. Mas para sempre, sim para todo o sempre quero gritar, sem vontade de parar, mas como vou sanar se a dor é tão grande que nem consigo imaginar, o de grande, muito grande comigo está. Nas minhas horas mais loucas, essas horas de tortura e dor, que sela com o vocabulário do desejo, meu desejo do teu odor. Sai de mim ó anseio do teu corpo, que meu anseio se encontra á pensar, como sentir o apego se teu ego mais forte, quer ser cego meu coração vai de assédio em tua direção alcançar. Sei que não posso perder-te agora, não agora, que o momento de outrora é o mais apropriado do meu desesperado coração castigado. No seio da saudade como sendo uma castidade sangrar sem parar, serei eu com meu terno coração á palpitar, peço que por favor agora não venha parar. Sabendo que seria eu a pessoa para sentir tudo o que vem me atormentando, mas sozinho sei que não conseguiria, mesmo que quizesse nunca iria, amor assim, nem sabia que existia."

"Coração Literário. Jovial e insano, sagrado, mas profano, amor ou ódio, poetar as coisas bonitas, como fazer chorar em momentos inesperados surpresas que são certas e certezas inesperadamente absurdas, assim bate um coração literário e a cada curva do destino a mudança se torna indispensável, como as manhãs e o sol que brilha imponente. Não tem como temer o amanhecer ou chorar sem saber por que, viver uma ilusão fantasista criada por alguém com tanta verdade que até parece à vida de outrem, a ilusão de sentir o verbo e tecer cada página torna-se um bem tão precioso quanto viajar sem motivo ou voar sem ter asas, num vôo magistral e mágico como flutuar no vazio ou tocar o imenso céu anil. Tal arte de compor está no sangue e viaja pelo intelecto chegando até o coração que responde como uma ferramenta de sensações sem precedentes, levando emoção ao carente e fazendo-se amar o indiferente. Sentir o amor na pele, viver ele e o ver florescer, ouvir a voz de uma dama ao menos por ilusão, sentir o suave bater do seu coração, as histórias acontecem assim, com começos meios e afins, uma viagem sem volta e muitas com retorno gratificante, como vencer um gigante ou sentir no emocional aquele mundo tão interessante, ter duas vidas e vivê-las com tanta intensidade, obter a chance de errar duas vezes, mas poder amar mais de uma vez. Tomar uma vida para si, viver ela e odiar os covardes vilões, ouvir o grunhir dos canhões ou lutar contra imensos dragões, enganar, mentir e ainda sair são ou tornar-se vilão, sofrer, sorrir, chorar, sentir e amar, desejar tudo e nunca ter nada, vagar sozinho por toda a madrugada e não ver o sol nascer, sentir o amanhecer tão belo e as flores de setembro com perfume de primavera, lançar-se ao infinito e voltar a ser o que já era. Assim vive um coração literário, ele busca, procura e anseia, sente medo, ama e odeia, mas também compartilha com seu mundo as coisas alheias, faz da amargura a ternura e da despedida o retorno e na presença faz saudade, no amor a castidade, sente aperto no coração, mas almeja um simples aperto de mão, a felicidade e o amor pela liberdade, como um pássaro escapando do alçapão. Ah! Essa prosa poética sai do coração, conforta quem escreve sabendo que não devaneia só, pois não existe tal solidão que tenha participação ao menos do solitário que ao voltar uma página confortou-se em não entender tal raciocínio, infelizmente, a maioria assaz atrás do pão e outras diversões, menosprezam tais escritas, verdadeiros cultivos nos íntimos jardins, manifestações da alma."

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