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"Dançando com a morte! Amarrem a morte já não aguento mais Nas famílias, nas escolas, nas ruas, nos hospitais, Parece dominar, parece imortal, Ela é multiforme, E às vezes parece de uma forma até legal Vem em forma de mulher, cigarro, bebida, coisa e tal Aparece em forma de um abraço Na carência por que escolher Se der mole o tempo passa O perigo é não viver Na sede da vida estão bebendo o cálice da morte Conhecem o da vida Mas preferem contar com a sorte E a morte continua solta Te chamando para dançar Uma música aparentemente boa Com letras impossíveis de si decifrar No salão não existe ninguém que desta dançarina não seja freguês Pois quem dança com a morte Dança apenas uma vez!"

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