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"Sorria sempre, mas sorria com a alma, com a felicidade de uma criança, com a pureza de uma flor, e com a beleza de um beija-flor... faça da sua alegria uma arma e uma benção, às vezes um sorriso verdadeiro transforma o dia de uma pessoa, transmita sua felicidade, sua energia positiva para aqueles que precisam e merecem... esqueça os problemas e seja feliz AGORA, esqueça tudo que te causa sofrimento e dor... guarde as coisas boas no coração e jogue fora o que não lhe acrescenta em nada, isso faz bem, mantenha sua autoestima lá em cima e tenha uma luz só sua... uma luz rara, que transmite de um jeito só seu... pense em você, acima de tudo e todos, seja FELIZ."

"Sonho impossível? Nunca! O impossível só existe para aqueles que se limitam. Julgar já se tornou tão natural na mente humana, que já não é utilizado como um meio de distorção, discrição, e sim como um defeito, e sendo assim é tão difícil se ver livre deste vago estado. Crie asas e voe, para onde quiser, e cuide-se para que na decolagem não se mantenha acorrentado ao que lhe faz desandar. Sentir-se bem consigo mesmo é o que eu desejo para todos, pois reparar no próximo é carência de beleza interior e uma falsa explicação para negligencia. E quando a depressão invade seu corpo e transborda na sua alma como veneno? Estabeleça metas, alcance as, e quando por acaso fraquejar, perder a fé, equilibre-se nas suas metas , erga-se. E lembre-se sonhos impossíveis não existem."

"Das idas e vindas, das rotas e voltas, por toda minha vida procurei um significado para a tão desconhecida ‘saudade’, procurei por dicionários, vasculhei por pequenos rastros nos meus dias solitários, e o que me sobrava era um eco numa sala, sozinha. Curiosidade nata, a falta do saber me consumia, e a agonia crescia. Não foi a falta que sentia do tempo que passou, ou do amigo que se afastou, mas a incompreensível razão de questionar-me o porquê daquela situação, desconfortante. O saber dos dias que vem e vão, alguns na contra-mão, outros imprevisíveis, tempos e tempos que reforçam minha idéia de místico mundo que sou morador. Julgamo-nos tão despertos para o que se passa a nossa volta, que um desconhecido estado vive conosco tão despercebido quanto a visibilidade do vento que sopra, mas que quando manifesta-se, machuca tão ferozmente, tão vagarosamente quanto o fio da navalha sob a carne fraca. Um sentimento? Uma ilusão cerebral? Ou seria um fundamento dos seres? Chegara o fim dos tempos e ainda não saberei."

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