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"Caminho entre o arvoredo Pinheiros, eras e fetos Um bosque de sonhos verdes O sol espreita para me conhecer.. Sinto uma leve aragem no rosto Não sei se é a brisa do arvoredo Fadas, gnomos, ou talvez tu… Xiu.. Deixa-me ouvir não fales tão alto Uma leve brisa paira em todo este silêncio Serena voz imperfeita uma linda melodia que me convida a dançar Uma folha balança e cai, outra e mais outra.. Eu sou uma menina descalça que rodopia com as folhas Um sorriso de criança a ânsia de querer mais.. O vento que passa despenteia-me o sol que brilha aquece-me E eu sorrio… Que sensação é esta? Que pensamento que vontade que suavidade.. Faíscam-me as ideias e eu descobri É só a felicidade… Não sei defini-la nem achá-la ,a ela É ela que me encontra a mim."

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"Levanto-lhe a tampa e ela dança só para mim. Leve e solta rodopia ao som da mesma música dia após dia. Baixo a tampa e volto a levanta-la de repente e ela repete. O mesmo gesto com um sorriso no rosto de quem o faz por gosto. Penso arrancá-la dali .Tirar-lhe um peso das costas. Quem sabe tem vontade de ir embora... Sem saber se vai voltar. Mas, depois de todo este tempo a viver ao mesmo compasso .. Será ela um menina indefesa ou uma mulher madura.? A duvida persiste solta-la para que??. A vida não é mais do que uma caixinha de música que nos faz dia a dia dançar ao mesmo ritmo, Que nos acena e enche de promessas mas ao final de cada dia voltamos a fechar a tampa e no dia seguinte voltamos ao mesmo ritmo com o mesmo sorriso no rosto de quem o faz por gosto. Não ,não te vou poder tirar . Não vou te encher de promessas. Porque a vida é isso mesmo uma caixinha onde cada um segue a mesma dança dia após dia. O nosso grande mal, de todas nós, é que nos contentamos com pouco com medo de enfrentar o desconhecido!"

"Outro dia li um artigo de um amigo que dizia: “Escrever é vital.”. No primeiro momento supus que fosse exagero, mas, pensando bem, acho que ele está certo. Eu mesma estou a ficar viciada. Tenho sempre que escrever algo, mesmo que seja alguma coisa sem nexo ou motivação como é o caso deste” texto” que estás a ler, só para contar o que me aconteceu ou deixou de acontecer. E quem foi que me disse que tu te interessas em saber? Realmente ninguém. Mas preciso escrever por acreditar que alguém gosta, mesmo que viciada neste espaço que se tornou uma religião a seguir. Um grande beijo a ti que estás a ler ."

"Procurei no jardim por entre as flores Nas rosas nos lírios e ate nos malmequeres E nem um sinal.. Procurei no mar azul e manso Na espuma das ondas e até na areia Vejo as ondas a passar E nem um sinal.. Procurei nas árvores nas folhas caídas No sol que me aquece e perguntei ao vento Em cada esquina, em cada canto,. E nem um sinal… O céu já escureceu o dia envergonhado deu lugar à noite E nem um sinal Sorrio e penso comigo, mas quanta descrença Ainda me restam as estrelas.. Quem sabe a lua me diz.. Risonha espero um sinal Um sinal vindo de (…)"

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