"Palavras caladas Silêncio feito de palavras... Palavras guardadas nas bordas do tempo Capítulos mudos de uma história Embalada nas ondas do vento Sonho? Pesadelo? Não sei... Sei das bordas do tempo Das ondas do vento Das palavras caladas Gravadas na memória em tempo"
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Mais de Maria Aparecida giacomini Dóro
Ver todas"Dores abissais calçadas na síndrome da rejeição, validadas pela indiferença do outro nos atiram ao chão... Além do chão? Nada! Então, o chão é a "morte"... Ou a base de onde podemos extrair o impulso necessário para levantarmos, seguindo em frente."
"Efêmera chama... No limiar da esperança, Longos são os dias, as noites... Nas horas caladas, A espera Efêmera chama, Taça depositária de ilusões Frias são as lágrimas, o silêncio... Na pausa forçada, A queda Ardente ontem, Agonizante hoje Incertos são os caminhos, os ventos... Na dor mascarada, O amor em fragmentos Nada mais..."
"_________________, nada que se possa dizer ou fazer anulará retalhos do tempo embebidos de dor e saudade... Silêncio, palavras, notas da vida não preenchem o vazio experimentado frente à definitiva travessia de quem amamos: você que - pelos sublimes elos do amor maior – ocupa lugar cativo em nossos corações. No entanto, conforta-nos saber, este mesmo vácuo - com o passar das horas insípidas – abrirá clareira à significativas travessias esboçadas nas pautas do nosso viver. A morte é porta... AMOR, LIÇÕES e SAUDADE, sempre! P.S. A morte é condição para que possamos realizar novas e significativas travessias a cada amanhecer que desponta dentro de nós... Para mim, ela tem um significado especial: é porta do irreal ao real; da escuridão à luz; do trivial ao essencial; da "morte" à imortalidade... Assim, uma vida que desconhece o vácuo oriundo das sucessivas mortes experienciadas em alto mar é incapaz de vislumbrar a magnitude do porto que a aguarda."
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