"Suspeito passando num carro de vidro fumê Na rua peguei a pista em plena véspera de natal a caminho do Peba, povoado de Piaçabuçu via BR 101. Uma multidão com fuzis apunhalados a minha face. Me fez respirar mais contida, no pulsar de um coração em meio a uma guerra de reais sem cor. excluída de dignidade que carrego todo dia que consigo respirar. No universo da não contradição, do não fazer o que é de errado por tanto levanto a mão não, policia, pois não sou ladrão e segura a língua quando usar sua entonação de quartéis que ainda não me alistei no exército pois nesse momento aponto o fuzil, pra o ir e vir, pra o abordar com sutileza. Pra o respeita pessoas comuns, pra falar comigo como se eu fosse um ser humano. Primeiro entra na sua vida: saia do carro com a mão pra cima, depois usa de mau educação pra lidar com os civis. Busco a dignidade de andar pelas ruas não quero ser chacota de ninguém. Nem quero fazer ninguém de chacota. Quero andar nas ruas feliz da vida e me sentir protegida pelos meus impostos não atordoada por eles. Respeito é bom e eu gosto. Então que se respeite, para ele lhe ser dado. Precisamos de cursos de boas maneiras também na policia. Bons tratos não se dar só ao presidente."
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Ver todas"O BILHETE DO ARMARIO A emoção mais louca que já tive foi... sonho, eu cortesã sustentada por um barão podre de rico lembro que me chamavam de Ana Lia, acabei por encontrar um bilhete no armario que dizia: sentir que na noite passada, tudo realmente se revelou, nos seus olhos e risos de amor. Retratavam algo o qual eu queria esconder a muito tempo, seu toque delicado, que veio acompanhado do cheiro de uma flor ardente, suplicante querendo receber meus inúmeros sussurros, que acabarão neste imprensado armário da cabine deste navio, se algum dia minha amada e voraz guloseima quiser retornam estarei firme para poder ser seu estimado amor. Penso nas inúmeras e egoístas formas de te ter, mas acabo na evidencia do reflexo da imagem hostil, sem pompas, gabarito... Sem nada para lhe oferecer, saiba que és tão estimada e por isso vejo a imagem nítida na roupa de trapos de um homem drogado, amargurado no sonhar em apenas lhe ter. Tendo a plena certeza e infeliz convicção que um dia lha faria sofrer, retiro-me de sua vida e com uma desgastada esperança deixo esse bilhete com o meu endereço, porque se existir um considerável apreço, sei que tu me encontraras e viras me vê. Rua da paixão, casa da emoção, a espera de você, do seu amado marinheiro... Ao tomar ciencia plena do bilhete em minhas maos, no outro dia de sua partida, suspirei sussurros de saudades, mas sabe como é a vida mesmo agente gostando de fruta agente não as come todo dia e marinheiros têm muitos por ai agora rico e que queira injetar capital não tem com tanta freqüência... Meu marinheiro ficara guardaddo nas lembraças junto ao meu coraçao..."
"Justiça!!! Soa como um verso na voz de um ser humano confesso, que não sabe onde encontrar; se perde dentre as matas hostis, enfrenta leões, javalis... Em buscar de algo que se sabe estar la... Nas selvas há um mato sem fim, que rumo terei que seguir aonde será que ela estar....Correndo persigo enfrento, mas tudo parece tão lento, parado em um so lugar. Ferido não paro e as vezes reparo não estou sozinha a procurar. Freei para dar um passo sensato, no entanto o chão tende a desabar...Enfrento tempestade, tormento morro de frio, entretanto a meta sempre volta a me guiar...prossigo; uma luz a vejo não minto a sigo e enlouqueço quando a mesma vem a apagar.Levanto e a terra das maravilhas encontro La tudo parece tão manso e penso que era eu quem não deveria estar; sigo enfrento e vejo um abrigo no tempo onde as vozes tendem a se calar, corro, de susto... suspiro e no esquecimento morro de justiça procurar...Pseudônimo: Vitima, da parte ofendida!!!"
"Suspeito passando num carro de vidro fumê Na rua peguei a pista em plena véspera de natal a caminho do Peba, povoado de Piaçabuçu via BR 101. Uma multidão com fuzis apunhalados a minha face. Me fez respirar mais contida, no pulsar de um coração em meio a uma guerra de reais sem cor. excluída de dignidade que carrego todo dia que consigo respirar. No universo da não contradição, do não fazer o que é de errado por tanto levanto a mão não, policia, pois não sou ladrão e segura a língua quando usar sua entonação de quartéis que ainda não me alistei no exército pois nesse momento aponto o fuzil, pra o ir e vir, pra o abordar com sutileza. Pra o respeita pessoas comuns, pra falar comigo como se eu fosse um ser humano. Primeiro entra na sua vida: saia do carro com a mão pra cima, depois usa de mau educação pra lidar com os civis. Busco a dignidade de andar pelas ruas não quero ser chacota de ninguém. Nem quero fazer ninguém de chacota. Quero andar nas ruas feliz da vida e me sentir protegida pelos meus impostos não atordoada por eles. Respeito é bom e eu gosto. Então que se respeite, para ele lhe ser dado. Precisamos de cursos de boas maneiras também na policia. Bons tratos não se dar só ao presidente."
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