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"Se preciso For. Por que hoje me sinto como um barco sem velas Navegando no escuro sem luz nem clarinetas E quando o meu oceano se destilar dos sonhos alheios Serei o último a viver este meu mórbido devaneio. Por que hoje me sinto como um barco sem velas E sem graça também, neste constante infinito altivo Que de imenso és curto, sem vida, sem velas. Não sei como hei de viver, nem mesmo sei se estou vivo. Nesta loucura insana que inflam meu ego com ar Já se passaram tantas vidas, tantos fomos nós Que no crepúsculo do arpoador, aprendi o que é amar E por aprender a nunca perder ao te ver, perdi a voz. Mas se preciso for encontrar o farol deste imenso mar Sei que serei capaz, e novamente seremos nós. Rollf Fiore"

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