"“Amor” Minha, do tempo ao intento Amada de frutos, de galhos Tingindo-me cada vez mais pensamentos Amor inocente que o tempo não recicla Fosco que de momentos inspira Simples, que o próprio complexo se retira."
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Ver todas"“Atalho” Na segunda quadra Tropeçou em seu cadarço Lembrou de quando esteve sozinho dentro de sua mente Como as uvas quando viram passas escolhidas manualmente Na primeira quadra Caiu Sentindo-se como uma rolha quando é consumida pelo vinho Sentindo o cheiro azedo do próprio caminho Na terceira quadra Andou seguro Mais queria o doce, o vôo Continuava pequeno ao enjôo Ralou tempo Picou fé Moeu a má maré Voltou às quadras Encontrando o cheiro do mel Voando com as mariposas no céu."
"“Reloj” Cada ponteiro, segundo que passei... Sentirei mais falta do que faltei Sentirei mais falta do que não pensei Mas se eu inverto o ponteiro das minhas faltas E fizesse com que minhas faltas não fossem faltas Não sentiria o aroma do prazer Não sentiria os ruídos do tempo Não sentiria as texturas do vento Não sentiria o que senti um dia... Um musgo brotando em meus poros para nascerem algumas palavras do meu coração."
"“Escuro” Caminhei provando os passos Caminhei sentindo abraços Caminhei sentindo amor Ouvia as pedras sendo pisadas Sentia a chuva ressecada Andei em rumo ao nada Joguei-me no mar, submergi Procurando respostas nas areias finas Entre as algas pequeninas."
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