"ANOS DE ESPERANÇAS Conta teus anos, não pelo tempo, Mas pelo espaço que fazes em teu coração... Não pela amargura de uma dor, Mas pela experiência que ela traz... Não pelo número de troféus de tuas conquistas, Mas pelo gosto de aventura em tuas buscas... Não pelas vezes que chegastes, Mas pelas vezes que tivestes coragem de partir... Não pelos frutos que colhestes, Mas pelo terreno que preparastes E as sementes que lançastes... Não pelas desilusões que tivestes, Mas pela esperança que destes a alguém... Não pela quantidade dos que te amam, Mas pela medida que teu coração é capaz de amar a todos... Não pelos anos que fazes, Mas pelo que fazes de teus anos... Não pelas vezes que celebrastes teu aniversário, Mas pelas vezes que teu aniversário Se tornou uma celebração de vida."
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Ver todas"A COR DA SAUDADE Era uma vez uma menina que tinha um pássaro encantado. Ele era encantado por duas razões: Não vivia em gaiolas, vivia solto, Vinha quando queria, quando sentia saudades... E sempre que voltava, suas penas tinham cores diferentes, As cores dos lugares por onde tinha voado. Certa vez voltou com penas Imaculadamente brancas, e contou histórias de montanhas cobertas de neve. Outra vez, suas penas estavam vermelhas, e contou histórias de desertos incendiados Pelo sol. Era grande a felicidade quando eles Estavam juntos. Mas, sempre chegava a hora do pássaro Partir... A menina chorava e implorava: - Por favor, não vá. Terei saudades, vou chorar. - Eu também terei saudades - dizia o Pássaro - mas vou lhe contar um segredo! Eu só sou encantado por causa da Saudade. É ela que faz com que minhas Penas fiquem bonitas... Senão você deixará de me amar. E partiu. A menina, sozinha, chorava. Uma certa noite ela teve uma idéia: e se o Pássaro não partir? Seremos felizes para sempre! Para ele Ficar, basta que eu o prenda numa gaiola. E assim fez. A menina comprou uma gaiola de prata, A mais linda que ela encontrou. Quando o pássaro voltou, eles se Abraçaram, ele contou histórias e Adormeceu. A menina aproveitou o seu sono e o Engaiolou. Quando o pássaro acordou deu um grito De dor. - Ah! O que você fez? Quebrou o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me Esquecerei das histórias. Sem a saudade, o amor irá embora... A menina não acreditou... Achou que ele se acostumaria. Mas, não foi isso o que aconteceu. Caíram as plumas e as penas Transformaram-se em um cinzento triste. Não era mais aquele o pássaro que ela Tanto amava... Até que ela não mais agüentou e abriu a Porta da gaiola. - Pode ir, pássaro - Volte quando você quiser... - Obrigado - disse o pássaro - irei e voltarei Quando ficar encantado de novo. Você sabe, ficarei encantado de novo Quando a saudade voltar dentro de mim E dentro de você. Quantas vezes aprisionamos a quem Amamos, pensando que estamos fazendo o melhor? Pense. Deixar livre é uma forma singela de ver, ter... Direcione o seu amor não para a prisão e sim para a conquista, sempre."
"O QUE SINTO POR VOCÊ Nosso amor é um sentimento Sincero, no coração; São dois olhares acesos Bem juntos, unidos, presos Numa mágica atração. São dois galhos Bem longe às vezes nascidos, Mas que se juntam crescidos E que se abraçam por fim. São duas almas bem gêmeas Que riem no mesmo riso, Que choram nos mesmos ais; São nossas vozes de amantes, Duas liras semelhantes, Ou dois poemas iguais."
"Lenço de Deus E Deus lhes enxugarás dos olhos toda a lágrima. Apocalipse 7:17 Toma o lenço de Deus e enxuga o pranto, seja qual for a dor que te entristece. Se acaso pensas que sofreste tanto, toma o lenço divino e o mal esquece. Deus pode transformar o choro em canto, se o procurares, porventura, em prece. Ele te abriga no seu santo manto, E a paz inexcedível te oferece. Não te envergonhes, se preciso, chora. Tua tristeza, amigo, põe pra fora, e conta tudo ao Pai em oração. E sentirás alívio, finalmente, tranquilizando o coração e a mente, tendo o lenço de Deus em tua mão."
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