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"O conhecimento deve conduzir ao amor. Quanto mais sabemos, mais devemos compartilhar do que sabemos com os outros e usar o nosso conhecimento em serviço a eles, seja na evangelização, seja no ministério. Às vezes, porém, nosso amor poderá moderar o nosso conhecimento. Pois o conhecimento em si pode ser ríspido; é-lhe necessário Ter a sensibilidade que o amor lhe pode dar. Foi isso o que Paulo quis dizer quando escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica”. O “senhor do saber” de quem ele fala é o cristão instruído, sabedor de que há um só Deus, de que os ídolos nada são, e que portanto não há razão teológica alguma pela qual não deva comer uma comida que fora anteriormente oferecida a ídolos. Entretanto, pode haver um motivo de ordem prática para dela se abster. É que alguns cristãos não têm tal conhecimento e, em conseqüência, suas consciências são “fracas”, ou seja, não instruídas e excessivamente escrupulosas. Anteriormente eles próprios haviam sido idólatras. E, mesmo depois de sua conversão, acham que, em sã consciência, não podem comer tais carnes. Estando com eles, então, Paulo argumenta: o cristão “forte” ou instruído deve abster-se para não ofender a consciência “fraca” de seus irmãos. Ele mesmo tem a liberdade de consciência para comer. Porém o seu amor limita a liberdade que o conhecimento lhe dá. Talvez seja contra tais circunstâncias que Paulo chega a dizer, em alguns capítulos adiante: “Ainda que eu ... conheça todos os mistérios e toda a ciência ... se não tiver amor, nada serei”."

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"(...) Podemos encontrar cinco etapas que caracterizam o propósito salvífico de Deus. A primeira é o dom eterno da sua graça, que nos é oferecido em Cristo. A segunda é o aparecimento histórico de Cristo para destruir a morte através da sua morte e ressurreição. A terceira etapa é o convite pessoal que Deus faz ao pecador, por meio da pregação do evangelho. A quarta é a santificação moral dos crentes pelo Espírito Santo. E a quinta etapa é a perfeição celestial final, na qual o santoc hamamento é consumado."

"A pergunta de como tal conhecimento pode ser obtido, a melhor resposta que posso dar é com palavras de um dos sermões de Charles Simeon: “Para a obtenção e conhecimento divino, a orientação que temos é a de combinar uma dependência do Espírito de Deus com nossas próprias pesquisas. Que não nos atrevamos a separar que Deus uniu”. Isso quer dizer que temos de orar e temos de estudar. É como foi dito a Daniel: “Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia, em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas orações...”De fato, a disposição mental para compreender , a humilhação de si mesmo perante Deus são sinais do ardente desejo de quem quer alcançar a verdade divina. Tal desejo certamente será satisfeito. Pois Deus prometeu a quem O buscar com seriedade: "Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu coração ao entendimento; e se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a tua voz; se buscares a sabedoria como a prata, e com a tesouros escondidos a procurares; então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria, da sua boca vem a inteligência e o entendimento.""

"Temos que confessar que a doutrina da eleição é matéria difícil para mentes finitas mas é, incontestavelmente, uma doutrina bíblica."

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